Ano pré-eleitoral passa rápido

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Mesmo sem eleições, o ano pré-eleitoral passa veloz para aqueles que estarão envolvidos no próximo pleito. No caso do biênio 2015-2016, os pré-candidatos a prefeitos e vereadores dos diversos municípios pelo país já começam a sintonizar os processos eleitorais municipais do ano que vem. Para os atuais prefeitos e vereadores, o ano pré-eleitoral é uma das últimas chances de mostrar serviço aos eleitores e justificar os mandatos recebidos no pleito anterior.
Os prefeitos que podem tentar a reeleição têm olhos mais abertos em relação ao ano eleitoral. Mesmo se a administração está bem avaliada, os gestores se preocupam em manter a máquina funcionando bem para poder chegar em 2016 como grandes favoritos a mais quatro anos no comando do poder público municipal. Se há desgastes, 2015 será a oportunidade derradeira para inverter a situação e começar o ano que vem com alguma chance de reeleição.
Mesmo se o prefeito não puder se reeleger, 2015 terá um peso muito grande. Ninguém quer deixar o poder mal avaliado – nem aqueles que pretendem deixar a política, como muito menos aqueles que possuem projetos futuros. Além disso, fazer o sucessor em máquina pública é de grande honra e prestígio a qualquer político. Desta forma, é fundamental estar bem para poder influenciar o jogo eleitoral e eleger um aliado para comandar o poder nos próximos anos.
Esta semana, a Tribuna traz uma matéria da repórter Juliana Nunes que mostra os principais prefeitos que correm contra o tempo para melhorar as imagens de suas administrações. Os eleitores de algumas das principais cidades do Estado estão descontentes com seus gestores – o caso de Goiânia, Luziânia, Catalão, Inhumas e Valparaíso – e este panorama liga o sinal amarelo em relação ao futuro dos atuais prefeitos. Destes municípios, apenas em Goiânia o prefeito não pode tentar a reeleição.
Em Comunidade, a repórter Juliana Marton traz uma matéria que apresenta uma discussão interessante em relação ao uso, cada vez maior, de antidepressivos e antiansiolíticos. Há, de fato, um uso impróprio destes medicamentos, ou é a sociedade moderna que causa, cada vez mais, patologias mentais na população mundial? Especialistas ouvidos pela reportagem defendem que se a pessoa for diagnosticada com doenças psíquicas, como é o caso da depressão ou ansiedade, é necessário, sim, o uso dos medicamentos. Também, há, porém, outras formas de tratamento que podem ser usadas além – ou ao invés – da medicação.

Boa leitura, ótima semana!

 

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