Estacionamento pago em Palmas já é cobrado

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O estacionamento rotativo de Palmas já está funcionando nos bolsões da Avenida JK entre a Praça dos Girassóis, sentido TO-050 e NS-04. São ao todo 8 bolsões. O motorista que estaciona seu carro tem uma tolerância de até 15 minutos sem a cobrança. A partir dai, o pagamento é obrigatório. Caso o estacionamento não seja pago, o motorista poderá ser multado pelos agentes de transito da prefeitura da Capital.
Uma comissão composta por empresários foi formada na terça-feira, 10, durante reunião com o secretário Municipal de Acessibilidade, Mobilidade, Trânsito e Transporte, Christian Zini, para discutir sobre o estacionamento rotativo da Capital, que começou a funcionar no dia 1º de fevereiro. Formada pelo presidente da Associação Comercial e Industrial de Palmas (Acipa), Fabiano do Vale; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Palmas (CDL Palmas), Davi Gouveia, a comissão conta ainda com lojistas da Avenida JK.
Segundo Zini, que sugeriu a criação da comissão, os integrantes da mesma elaborar propostas e sugestões dos empresários referentes aos estacionamentos para que sejam levadas ao prefeito Carlos Amastha, no sentido de serem estudadas, de forma conjunta, alternativas para a Zona Azul da Capital.  
Dentre as propostas a serem apresentadas estão o aumento no tempo de tolerância – que atualmente é de cinco minutos – mudanças no método de cobrança e diminuição do período de funcionamento do estacionamento. “Ouvimos os empresários e sugerimos a comissão para que eles apresentem suas propostas. Nós iremos levar as reivindicações, verificar as condições técnicas e dentro dessas condições, posteriormente levar para a análise do prefeito”, explicou o secretário.
Ajustes
Ao utilizar a tribuna, nesta quarta-feira, 11, o vereador pastor João Campos (PSC), falou da preocupação com o estacionamento rotativo. “Devemos estar acompanhando os detalhes para que alguns ajustes sejam feitos. O valor é um dos mais caros em comparação com outras capitais. Os 15 minutos são um prazo de tolerância curto, tem a questão dos portadores de necessidades especiais. Já ouvi reclamação quanto ao fato de ter que pagar para descarregar mercadoria, isso é prejuízo para o comerciante”, disse.
O presidente da Câmara, Rogério Freitas, declarou que os comerciantes estão tendo prejuízos. Já, o vereador Adão Índio disse que também teve problemas com o novo sistema. Estamos aí, para juntos defendermos nossa comunidade, finalizou Adão Índio. “Quinze minutos não é tempo de tolerância. Não dá tempo de fazer nada”, disse o vereador Joel Borges.

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