Educador, eterno aprendiz

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E8-9 06Em Goiânia, a Política de Formação Continuada em Rede, de responsabilidade da Secretaria Muni­cipal de Educação (SME), propicia aos servidores, professores e administrativos, qualificação profissional, por meio do Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cefpe).

O Centro, antes situado na Avenida Paranaíba, ocupa agora as instalações da extinta Escola Municipal Dona Iayá Câmara, localizada na Rua C-234, nº 86, Jardim América. “Além de estar em região de fácil acesso, a unidade é mais ampla, o que garantirá a ocorrência de várias formações concomitantemente. Diferente da sede anterior, a atual é pública e conta com maior espaço tanto para a formação, quanto para o estacionamento, oferecendo mais conforto e segurança necessária”, afirmou o diretor do Departamento Pedagógico, Marcos Pedro da Silva.
A medida evidencia o compromisso da atual gestão de criar condições para que a educação ofertada na Capital continue sendo referência regional e nacional. “Com este espaço se materializa a intenção da Prefeitura de aprofundar na qualificação da formação dos profissionais. O local disponibilizará um acolhimento mais humanizado, tendo todos os requisitos para colaborar na formação mais ampla do educando, em toda rede municipal de Educação”, afirmou a diretora do Centro de Formação, Cecília Torres.
Em de 2014 cerca de 7.500 profissionais da educação tiveram acesso a 83 ações formativas, as quais contemplaram a educação infantil, ensino fundamental para infância e adolescência, a educação de adolescentes de jovens e adultos e educação especial.

Histórico formativo
O Cefpe, criado na década de 90, já ocupou lugares como a Escola Municipal Jarbas Jayme, a sede administrativa da  SME, a antiga Escola Municipal Leão Di Ramos, bem como os espaços na Vila Abajá e no Centro de Goiânia. O maior objetivo é ofertar formação continuada de qualidade para os profissionais da Educação.
Desde seu surgimento, o Cefpe valoriza conteúdos formativos que contemplem as necessidades do cotidiano escolar.“Já tem dez anos que participo dos cursos oferecidos pelo Centro de Formação e percebo que cada vez mais as formações têm tido a preocupação de aproximar a realidade acadêmica com o histórico sociocultural dos educandos”, ressaltou a professora Márcia de Fátima Ferreira Balieiro, da Escola Municipal João Paulo l.
Ao articular formações e promover debates, o Centro colaborou para que o coletivo de profissionais da educação na Capital tivesse acesso à formação continuada de qualidade. “Em todos esses anos de existência, o Centro de Formação vem contribuindo com o processo de ensino-aprendizagem que ocorre no cotidiano escolar, pois ao ofertar ao trabalhador da educação formação de qualidade, possibilita a efetivação da ação pedagógica significativa dentro da escola”, pondera a diretora do Cefpe, Cecilia Torres.


Fundamentos da educação

 

O Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cefpe) tem como princípio colaborar com a prática e reflexão pedagógica, a qual favoreça o processo qualitativo do processo de ensino-aprendizagem. “O trabalho visa possibilitar acesso dos profissionais da educação aos diversos cursos, os quais são compatíveis com demandas provenientes do universo escolar”, ressalta o diretor do Departamento Pedagógico, Marcos Pedro da Silva.
O foco da proposta é possibilitar a profissionalização, a valorização e a construção da identidade de professores e servidores administrativos. “A formação continuada favorece a reflexão da atuação profissional, ocorrendo assim a aproximação entre teoria e prática no fazer pedagógico”, conclui Wilma Martins Carvalho, apoio técnico pedagógico do Cefpe.
As ações formativas têm alcançado êxito na prática, dentro do cotidiano laboral dos profissionais da educação, evidenciado pelo reconhecimento de que a formação em processo é fundamental para que a ação pedagógica tenha relevância para o educando. “A cada participação nos cursos promovidos pelo Cefpe, percebo meu amadurecimento em várias dimensões, como por exemplo, a ampliação da minha visão sobre a importância de melhor compreender a realidade cultural e social dos educandos”, destaca a educadora Ana Mônica Macedo de Oliveira, da Escola Municipal João Clarimundo de Oliveira. (Luiz Fernando Nunes Hidalgo)

 

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