Amigos da boca

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708 - E10 - Divulgação2Além do grande valor nutricional, determinados legumes e frutas também auxiliam na higiene bucal, afirmam especialistas no assunto. Alimentos como o kiwi, melancia, pepino, maçã, acelga e aipo, por exemplo, são conhecidas como “limpadores ou protetores”, em função do atrito que proporcionam na hora da mastigação, que contribui para remover resíduos e a placa bacteriana existente nos dentes.

Especificamente no caso da maçã, a presença de uma substância denominada polifenóis, faz com que atue no controle da proliferação de bactérias presentes na boca. Além disso, outro item positivo inerente aos legumes e verduras é o fato de terem baixo teor de açucares e gorduras. Ao contrário de certos alimentos industrializados como bolachas recheadas, refrigerantes, balas e chocolates, com alta concentração da substância, que contribui para a incidência de cáries.

Os chamados alimentos “protetores ou limpadores” são indicados para qualquer faixa etária, salvo nos casos de proibição médica. Apesar de colaborarem com a higiene, profissionais da odontologia alertam que os alimentos “limpadores” nunca devem substituir o uso da escova dental, creme e fio dental, que contém substâncias próprias e específicas para a higiene da boca.

Escovar bem!

Outro aspecto relevante é saber fazer a higiene bucal de uma maneira correta. No caso específico da escovação, por exemplo, o indicado é iniciar na parte interna da arcada dentária e depois ir para a externa, sempre começando o processo nos dentes superiores. Durante a limpeza, o contato da escova deve se estender até a gengiva e a língua, fonte de proliferação de bactérias. Além da higine, fazer visitas regulares ao dentista é fundamental para a saúde dos dentes.

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Nota II

Hora de dormir!

O hábito cada vez mais comum de muitas pessoas, sobretudo dos mais jovens, de estarem conectados em excesso a computadores, celulares e televisores, é prejudicial à saúde. Conforme levantamento de pesquisadores ingleses, esse tipo de equipamento eletrônico está prejudicando o sono de muitos jovens. Segundo o estudo, adolescentes entre 12 e 16 anos perdem algumas horas importantes de sono por causa do uso prolongado dos equipamentos eletrônicos. Para se ter uma ideia, de mil jovens ouvidos pela pesquisa, 30% declarou que dormia entre quatro e sete horas por noite, enquanto que o ideal é entre oito e nove horas.

Além do dado acima, aproximadamente um quarto dos entrevistados afirmou que tem o hábito de adormecer vendo televisão e ouvindo música. Prática que para os responsáveis pelo estudo não é saudável por consideram que uma boa noite de sono é indispensável para que o cérebro descanse. Do contrário, a incidência de cansaço e fadiga serão maiores, e com isso o rendimento durante o dia na escola, por exemplo, tende a ser prejudicado.

Demora

Na mesma linha do estudo inglês, um levantamento realizado por pesquisadores noruegueses, que ouviu cerca de 10 mil jovens entre 16 e 19 anos, evidenciou que 49% dos adolescentes que tinham o hábito de usar eletrônicos por mais de 4 horas tinham mais chances de demorar cerca de 60 minutos para adormecer. Por conta disso, as horas de sono tendem a ser reduzidas. Para evitar esse tipo de problema, o aconselhável é evitar o uso de dispositivos eletrônicos no período noturno, e até mesmo o uso de televisores no quarto.

 

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