Governador defende parceria com governo federal

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Governo 1 - Governador defendeu parcerias com governo federal em evento do Ipasgo Foto- Rodrigo Cabral

 

O governador Marconi Perillo voltou a defender na última quinta-feira, dia 26, a parceria administrativa como premissa da atuação dos governos e em benefício do desenvolvimento do País, especialmente em fases como a atual, de crise econômica. Ao pregar a mútua cooperação entre o governo federal, o Estado e os municípios, Marconi voltou a afirmar que manterá uma relação republicana e respeitosa com a presidente Dilma Rousseff e ressaltou que esse tem sido o comportamento dele em relação às prefeituras.

Ele falou sobre o assunto em três ocasiões nesta quinta-feira: em discurso durante o lançamento do Festival Gastronômico de São Simão, no pronunciamento de anúncio do Serviço de Atendimento Móvel do Ipasgo e na entrevista coletiva após este evento. Nas três ocasiões, o governador disse que a parceria administrativa entre as três esferas de governo deve prevalecer porque “o interesse da população de Goiás é o que importa” e que esses interesses se sobrepõem às “diferenças político-partidárias”.

“Recentemente eu recebi aqui a presidente Dilma e a tratei com deferência, republicanismo e respeito. Muita gente me elogiou, muita gente me criticou. Não importa. O que está em jogo é o Estado de Goiás, é o povo de Goiás”, afirmou o governador em discurso durante o lançamento do Festival Gastronômico de São Simão. “Nós vivemos hoje uma crise enorme no Brasil. Crise moral, ética, política, econômica, social, desemprego. Vivemos uma crise danada de grande. Se nós não nos juntarmos, nós vamos ter muita dificuldade para enfrentar e vencer os desafios”, observou Marconi.

União

Marconi voltou a dizer que a crise econômica é grave, com sério impacto sobre a arrecadação dos governos e que por isso se faz necessária a união de esforços para executar os projetos. “É uma crise sem precedentes. Sou governador pela quarta vez e não me lembro de uma crise tão difícil quanto essa que estamos vivendo agora. Por isso nós temos que nos juntar, temos que viabilizar condições para realizarmos os nossos projetos”, afirmou. “Nós estamos no quinto mês seguido com queda de receita. Eu imagino as prefeituras, que dependem também de fundo de participação, de ICMS”, disse ele.

Lembrou que, entre as razões das manifestações, em todo o País, está a cobrança dos cidadãos por maior eficiência do poder público na prestação de serviços. “Quando nos elegemos para um cargo, as pessoas esperam resultado rápido. As pessoas não têm paciência – e com razão”, ponderou. “Eu fui candidato e as pessoas querem que eu resolva as coisas. Por isso a gente tem que ter muita inteligência, habilidade, respeito uns pelos outros, parcerias, união para que as coisas possam acontecer”, disse.

Durante o pronunciamento no Ipasgo, o governador voltou a afirmar que sua atuação é voltada para a promoção dos interesses dos goianos. “A minha pretensão é cuidar bem dos interesses dos goianos. Como governador, minha obrigação é receber bem todas as novidades que vêm ao nosso Estado. Eu cumpri com a tradição dos goianos de receber bem a todos os seus convidados”, voltou a dizer. “Eu tenho procurado fazer de tudo para que nosso Estado cresça acima da média brasileira. Às vezes sou mal compreendido”, observou.

“Recebi um monte de xingamentos por tê-la recebido e recebido com respeito, mas eu tenho que cumprir a minha missão”, disse ainda, em referência à presidente Dilma. “Mais importante do que meu interesse pessoal está o interesse do Estado de Goiás e estão os interesses dos goianos”, reafirmou. Já na entrevista coletiva, disse também que trabalha para apresentar bom resultado para a população. “Também não me importa o que alguns radicais políticos dizem. O que importa é que nós estamos aqui, eu fui reeleito, e nós temos que apresentar um bom resultado à sociedade goiana. Eu quero ser julgado daqui a quatro anos pelos governos que realizei à frente do nosso Estado, com os avanços, com o desenvolvimento, com a justiça social, com o equilíbrio nas contas do Estado”, afirmou.

 

 

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