Carlos Amastha é criticado na Câmara e na Assembleia

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Tocantins 2 - Lúcio Campelo-Vereador  Palmas

O vereador Lúcio Campelo (PR) usou a tribuna na sessão desta quarta-feira, 6, para criticar diferentes aspectos da gestão municipal. Entre eles, a regularização do Setor União Sul, assegurada pela Prefeitura de Palmas. De acordo com o parlamentar, a desapropriação da área visando a regularização fundiária do bairro ainda este ano será impossível, uma vez que não há previsão no Orçamento 2015 para esta finalidade.

Campelo também comentou sobre a inauguração de obras “da gestão anterior”, a exemplo da entrega de apartamentos realizada na manhã de ontem no Setor Lago Sul e acusou o prefeito Carlos Amastha (PP) de ocupar irregularmente uma casa de um programa de moradia social no Jardim Taquari. De acordo com o vereador, a residência deveria estar beneficiando uma família de baixa renda, uma vez que é esta a finalidade do programa desenvolvido pelo governo federal.

O prefeito Carlos Amastha tem uma residência no setor Taquari na periferia da capital para enganar o povo em epoca de eleição.

O vereador também criticou a reforma da Praia da Arnos. “Já gastamos mais de R$ 1 milhão de reais e não conseguimos inaugurar a praia”, disse reclamando que a Prefeitura tem desperdiçado dinheiro instalando de tendas na praia.

O vereador Folha Filho (PTN), líder do prefeito, rebateu os comentários de Campelo. Ressaltou que “as tendas colocadas na Praia das Arnos têm justificativa clara”, que seria a preocupação de oferecer à população um ambiente adequado para se divertir e alimentar-se.

Quanto às obras da gestão, Folha discorreu sobre a programação do aniversário de Palmas, frisando obras que a administração teve, de acordo com o parlamentar, o compromisso e a responsabilidade em dar continuidade.

Assembleia

O deputado Eli Borges (PROS) usou a tribuna na sessão desta quarta-feira, 6, para expor a sua indignação em relação aos gestores de Palmas que demoliram, na quinta-feira, 30, a obra de construção de uma igreja católica no setor 1306 Sul, denominado bairro Portelinha. O parlamentar destacou que os moradores do setor estão revoltados com o prefeito da capital, Carlos Amastha, pois segundo eles, o terreno no qual estava sendo construído o templo não pertencia ao Executivo Municipal, mas sim ao Movimento de Luta pela Moradia, o qual o havia doado para a igreja, que adquiriu o material de construção com dinheiro oriundo de doação de fiéis.

“Não podemos admitir que atitudes como essa continuem na nossa cidade. Apesar de não ser católico, me uno a esses cristãos que se sentem prejudicados com a demolição e impedidos a manifestar sua fé”, destacou Eli Borges.

Wanderlei Barbosa (SD) também se posicionou contrário à atitude da prefeitura municipal ao lamentar o fato ocorrido. “É inadmissível que um gestor municipal, mesmo de posse de uma ordem judicial, realize tal tipo de demolição sem comunicar ao padre da comunidade, pois a destruição do projeto de uma comunidade religiosa que precisa do templo para se reunir é uma medida bastante drástica”, frisou o parlamentar

 

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