Formação de candidaturas

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O ano de 2015 já cruzou “o Cabo da Boa Esperança” e agora parte para o início, de fato, do segundo semestre. Politicamente, de acordo com o calendário eleitoral, é a hora das candidaturas a prefeito dos 246 municípios goianos começarem a se aflorar. Em várias cidades, a situação de quem será candidato no ano que vem é clara – ou seja, já há nomes favoritos para concorrer às prefeituras. Em outros municípios, o processo pré-eleitoral mal começou.
Este é o caso de Aparecida de Goiânia. Lá, o prefeito Maguito Vilela (PMDB) não pode ser candidato à reeleição e ainda não tem um sucessor definido. Há muitos nomes que já começam a ser comentados na cidade, como os dos secretários Euler de Morais (Governo) e Valéria Pettersen (Projetos), além do vice-prefeito Ozair José (PT) e do presidente da Câmara de Vereadores Gustavo Mendanha (PMDB).
Do outro lado, na oposição, também não há jogo definido. Alguns pré-candidatos começam, timidamente, a aparecer, como o coronel da Polícia Militar Sílvio Benedito (PSDB) e o deputado estadual Marlúcio Pereira (PTB). Mesmo assim, a oposição a Maguito Vilela está enfraquecida pelas últimas derrotas dos candidatos que representaram o grupo, assim como à boa avaliação da gestão de Vilela. O chamado “Grupo de Aparecida”, que já teve muita força política no município, hoje ‘junta os cacos’ para lançar um nome.
O ex-vice-governador, ex-prefeito e ex-deputado estadual Ademir Menezes, que sempre foi o comandante do grupo, está hoje afastado dos cargos eletivos após perder a corrida pela prefeitura em 2012, justamente contra Maguito Vilela, e desistir da reeleição na Assembleia em 2014. O fato de Maguito hoje não ter um nome para a sucessão no município é positivo para oposição, mas o candidato contrário à gestão peemedebista, para ter alguma chance, terá que unir a base do governador Marconi Perillo (PSDB) na cidade. O que não será tarefa fácil.
Nessa edição, você confere todos os detalhes da corrida eleitoral no segundo maior município do Estado em matéria assinada pelo repórter Marcione Barreira. Apesar de a Tribuna sempre acompanhar a política municipal nos quatro cantos de Goiás, a matéria desta semana abre as portas para uma cobertura mais próxima das eleições municipais nas principais cidades do Estado. Mesmo porque o calendário eleitoral prevê que todos os futuros candidatos precisam, necessariamente, se filiar a algum partido político até início de outubro. A partir daí, a pré-campanha começa de uma vez por todas.

Boa leitura, ótima semana!

 

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