UFG retoma aulas após 60 dias de greve

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Em assembleia realizada na última terça-feira (29/9) os professores da Universidade Federal de Goiás (UFG) decidiram encerrar a greve, após 60 dias de braços cruzados. A decisão foi tomada depois de uma convocação do Sindicato dos Docentes da UFG (Adufg-Sindicato), que sugeriu aos docentes o encerramento do movimento grevista, o que foi acatado.
As aulas serão reiniciadas nesta segunda-feira, dia 5 de outubro. O novo calendário de 2015, com detalhamento das datas de outras atividades acadêmicas, será divulgado após aprovação nas instâncias de deliberação da Universidade. O provável é que aconteçam aulas aos sábados e durante a primeira quinzena de dezembro e início de janeiro, em esforço para repor parte das aulas perdidas com a paralisação.
Os professores aceitaram reajustes propostos pelo Governo federal que, segundo eles, não cobrem a inflação, mas a categoria aguarda a descrição do plano de reestruturação da carreira, que é o que falta para finalizar a proposta a ser assinada pelo governo federal nas próximas duas semanas.
Conforme assessoria da Adufg, os docentes aprovaram a proposta do governo federal que ofereceu reajuste de 5,5% em agosto de 2016 e 5% em janeiro de 2017. Além disso, foram oferecidos outros benefícios, como auxílio alimentação de R$ 458, auxílio saúde em média de R$ 145 por pessoa e pré-escolar no valor médio de R$ 321, também por pessoa. Esses valores devem ser implantados em janeiro de 2016.

Administrativos
Os servidores técnico-administrativos entraram em greve no dia 28 de maio deste ano e continuam em greve, segundo o Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sint-ifesgo). Segundo a assessoria da entidade, o fim da paralisação depende da assinatura do acordo pelo governo federal, o que ainda não aconteceu.
Os servidores querem um aumento salarial de 27,3%, a reestruturação do plano de carreira, uma gestão mais democrática e a ampliação do leque de cursos de formação reconhecidos. Antes da proposta final, o governo federal ofereceu um reajuste de 21,3% dividido em quatro anos.

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