Vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico presidirá Conselho Superior de Inovação

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José Eliton diz que assumir comando de um colegiado de peso como este é uma responsabilidade muito grande, já que objetivo é fazer de Goiás referencial em inovação

O vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eliton, presidirá o Conselho Superior de Inovação que se reunirá ordinariamente a cada seis meses para fazer a avaliação do Inova Goiás e incorporar as sugestões que vão sendo feitas ao Sistema de Gestão do programa de inovação do estado. Para José Eliton, por congregar pessoas com vínculos com a área da academia, do setor produtivo e do setor público, o conselho vem justamente dar a dinâmica necessária à gestão do Inova Goiás. “Haverá de ter um acompanhamento diário por parte dos envolvidos”, assegurou. Os 11 conselheiros foram empossados nesta segunda-feira pelo governador Marconi Perillo, no Palácio das Esmeraldas.

Segundo o vice-governador e secretário, o Inova Goiás, que está sendo coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED), com apoio da Secretaria de Gestão e Planejamento (Segplan), “é uma referência para o país e, sem dúvida, a marca deste governo,  o governo da inovação”.

Para José Eliton, assumir o comando de um colegiado de peso como o Conselho Superior de Inovação é uma responsabilidade muito grande, por ser composto por personalidades de reconhecimento nacional, dada a dimensão de cada um na sua área de atuação, mas, também, porque o conselho tem por objetivo fazer Goiás referencial em inovação. “O programa, como destacado pelo professor Vanderlei Bagnato (da Agência USP), começa a fazer eco em outras partes do país; o Ministério da Agricultura, através da ministra Kátia Abreu, inspirada nas experiências de Goiás, já busca levar essa experiência para outros estados da federação”, destacou José Eliton.

Quanto aos investimentos, o vice-governador afirmou que a primeira etapa do programa envolverá recursos de aproximadamente R$ 1,1 bilhão, mas que o Inova Goiás, por ser dinâmico, pode sofrer variações, inclusive orçamentárias, na medida em que o governo tiver capacidade financeira de alocar novos recursos para o programa. Segundo observou, a sustentabilidade financeira foi um dos cuidados que o governo teve na hora de planejar o Inova, o que foi feito com base no ajuste fiscal e na projeção de um cenário nacional que ainda pode perdurar no primeiro semestre do ano que vem. “Naturalmente, se tivermos uma situação fiscal melhor poderemos avançar nas fontes de financiamentos para o programa Inova”, disse.

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