Carlos Gaguim deixa o PMDB e vai para PMB de olho na Prefeitura de Palmas 2016 e no Governo do Estado 2018

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Depois de passar o tempo recorde de 10 anos no PMDB, o deputado federal Carlos Henrique Gaguim anunciou que deixa o partido para filiar-se ao recém criado Partido da Mulher Brasileira (PMB). Conforme antecipou esta coluna em setembro último, Carlos Gaguim deve disputar a Prefeitura de Palmas em 2016, de olho no Governo do Estado em 2018. Prevendo que ficaria sem espaço entre os Modebas, Gaguim preferiu fazer como outras lideranças que vão tentar a Prefeitura de Palmas e conseguiu um partido para comandar.  Além disso, sob o pretexto de afastar-se politicamente de Gaguim, o amigo e escudeiro Dito Faria filiou-se recentemente no Partido Progressista (PP), o mesmo usado pelo atual prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), para se eleger em 2012. Dito Faria tem falado que também pretende disputar o Paço Municipal da Capital, mas com a revelação desta terça, 24, ele passa a ser cotado para ser vice de Gaguim. Antes de filiar-se no PMDB em 2005 acompanhando o governador Marcelo Miranda, Gaguim esteve no PTB, tendo sido vereador e deputado estdual. Foi como vereador que Gaguim defendeu projeto para construir uma réplica da Torre Eiffel em Palmas, como forma de atrair turistas. De todo, ele não estava errado e se tivesse dado certo, a Capital tocantinense teria hoje duas réplicas de monumentos mundial mente conhecidos, já que a loja Havan trouxe a cópia reduzida da Estátua da Liberdade. Talvez assim, Siqueira Campos tivesse conseguido  em 2013 uma empresa para patrocinar uma réplica do Cristo Redentor.
Controladores
Se Amastha já conseguiu o controle do PSB, Marcelo Lélis já tinha o PV, Gaguim vai comandar o PMB, Dito não comanda, mas tem o PP, Aragão comanda o PEN, Eli Borges preside o PROS, Zé Roberto tem apoio do PT e Raul Filho tem vaga garantida pelo senador Vicentinho Alves no PR na disputa. Amastha tem vários pequenos partidos atualmente em sua base de apoio, mas os jogadores podem mudar de time até abril de 2016.
Na espreita
O PMDB, que continua sendo o maior partido do Tocantins, não tem mais nenhum pré-candidato declarado à Prefeitura de Palmas. Com a saída de Gaguim do partido, os Modebas podem até lançar um nome ao Paço. Quem serã?
LDO
A terça-feira foi de muitas “conversas” na Assembleia Legislativa. De olho na votação das leis do Orçamento 2016 e do PPA 2016-2019, os deputados estaduais queriam incluir garantias de poder usar pelo menos R$ 1 milhão das emendas parlamentares. Isso valeria para todos os deputados, oposição e situação, a um custo final de R$ 24 milhões. O secretário de Assuntos Legislativos do Governo, Pádua Marques, marcou ponto na sala de reuniões atrás do plenário na manhã desta terça, 24.
Lei dos delegados
Depois que o Governo mandou à Assembleia o projeto de lei concedendo R$ 4 mil a título de remuneração indenizatória para os delegados de polícia que ocuparem delegacias que não as de sua titularidade. O projeto teria validade de um ano, tempo que o governo levaria para realizar concurso para ocupar vagas que estão abertas. Teme-se na Assembleia que outros profissionais da Polícia Civil venham a reivindicar e, depois deles, outros e outros.
Lei dos Jornalistas
A presidente do Sindicato dos Jornalistas, Socorro Loureiro, liderou ontem uma comissão que foi pedir ao deputado Ricardo Ayres (PSB) que defenda um projeto que regulamente em lei estadual a jornada de trabalho de 25 horas semanais para todas as categorias de jornalistas concursados e comissionados do Governo do Estado. Ayres gostou de ser lembrado pela categoria e aceitou a missão. Ele já vem fazendo estudos sobre várias categorias de servidores e as disparidades salariais de categorias semelhantes nos diversos poderes. No Governo Federal, uma portaria regulamenta a jornada de 25 horas semanais dos jornalistas, garantida também na lei que regulamenta a profissão.

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