Foco de José Vitti é a presidência da Assembleia Legislativa

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O deputado José Vitti (PSDB), em seu segundo mandato, trabalha para viabilizar o seu projeto de suceder Helio de Sousa (DEM) na presidência da Assembleia Legislativa. O pleito vai ocorrer no final do ano que vem, mas o tucano já conversa com colegas da base aliada e da oposição para viabilizar seu nome. Ele vem da iniciativa privada e se apresenta como renovação nos quadros do PSDB goiano. O trabalho como líder do Governo no Legislativo facilita as articulações de José Vitti. Na base governista, também manifestam interesse em concorrer à presidência da Assembleia: Francisco Oliveira (PHS) e Henrique Arantes (PTB).


“O Senado deu um exemplo de como a instituição quer seguir de agora em diante”

Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre a decisão do Senado de manter a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), decretada  pela Corte


Protesto na Assembleia
Presidente da Assembleia Legislativa, Helio de Sousa suspendeu temporariamente a sessão de quinta-feira, dia 26, por causa de protesto de servidores públicos ligados à União dos Militares do Estado de Goiás (Unimil); à Confederação Nacional dos Trabalhadores Vigilantes (CNTV); ao Sindicato dos Trabalhadores na Educação do Estado de Goiás (Sintego); ao Sindicato dos Servidores Públicos (Sindipúblico); e à Central Única dos Trabalhadores (CUT), contra a  proposta do governo de Goiás de adiar o reajuste salarial para os trabalhadores do Estado.

Extinção de benefícios
O Sindipúblico divulga em seu site oficial que o governador Marconi Perillo (PSDB) vai mandar para a Assembleia Legislativa nos próximos dias um projeto de lei que extingue quinquênio e licença-prêmio dos servidores públicos estaduais. Já tramita na Casa projeto que adia as datas de concessão dos reajustes aos servidores da Educação.


Manifestações
Deve ser realizada esta semana assembleia geral convocada pelo Sindipúblico com objetivo de organizar manifestações contra o projeto do governo de Goiás. Os servidores mantêm-se mobilizados e não descartam possibilidade de greve geral.

Sem o PMDB
O prefeito Paulo Garcia (PT) conseguiu aprovar na Câmara Municipal, em primeira votação, o projeto que aumenta o ITU e o IPTU de Goiânia no ano que vem. Foram 20 votos a favor, 13 contra e uma abstenção. Detalhe. Desta vez não precisou dos votos dos seis vereadores do PMDB, que ficaram contra o projeto.

Perda de cargos
Denício Trindade, Clécio Alves, Mizair Lemes Jr., Izídio Alves, Eudes Vigor e Célia Valadão formam a bancada do PMDB na Câmara Municipal que, hipoteticamente, ainda faz parte da base do prefeito Paulo Garcia na Casa. Mas esse comportanto, a continuar assim, pode levar os vereadores para a oposição. Se o racha for configurado, diz um interlocutor do prefeito, todos vão perder os cargos comissionados ligados a eles na prefeitura da capital.

Juventude do PTB
Durante reunião que apresentou os pré-candidatos a vereador pelo partido em Goiânia, o PTB goiano também constituiu uma nova liderança. Glauco Borges Júnior foi nomeado o novo presidente estadual da Juventude do PTB. O convite para o cargo partiu do deputado estadual Henrique Arantes.
Nomes para Aparecida
Presidente da Câmara Municipal, o vereador Gustavo Mendanha (PMDB) e o secretário municipal de Trabalho, Adriano Montovani (PT), estão bem cotados e podem ser escolhidos pelo prefeito Maguito Vilela (PMDB) como candidatos a prefeito e a vice-prefeito nas eleições de 2016 em Aparecida.

Estratégia
Devidamente orientados, os dois já começam a aparecer juntos em público, numa estratégia de ligar a imagem de um à do outro. Gustavo e Adriano são novos, na faixa dos 30 anos, e se encaixam no perfil de renovação. São fichas limpas também.

Disputa conhecida
Em Trindade, o prefeito Jânio Darrot (PSDB), que faz boa adminsitração, será candidato à reeleição. Ele deve enfrentar velhos conhecidos, como o ex-prefeito Ricardo Fortunato (PMDB) – este se não estiver com a ficha suja -, e a deputada federal Flávia Morais, que já usa o horário do PDT no rádio e na televisão para fazer campanha extemporânea.

Oposição fraca
Outro bem avaliado e que vai disputar à reeleição é Paulo Sérgio de Rezende, o Paulinho (DEM), prefeito de Hidrolândia. Diferentemente de outros municípios, em Hidrolândia Paulinho não tem candidato na oposição que ameaçe a sua reeleição, pelo menos até agora.

Oposição forte
Mesmo desgastado e mal avaliado pela população, Misael Oliveira, que vai trocar o PDT pelo PSDB, deve enfrentar em Senador Canedo forte oposição na sua campanha de reeleição: Zélio Cândido (PSB), empresário bancado por Vanderlan Cardoso, e o deputado estadual Sérgio Bravo (Pros), também vão disputar a prefeitura.

Clima de feriadão
A sexta-feira, dia 27, extraoficialmente, foi ponto facultativo nos órgãos do governo de Goiás. Praticamente todos os secretários e assessores de alto escalão, além de vários deputados, viajaram ao Rio de Janeiro para acompanhar o governador Marconi Perillo (PSDB), que recebeu naquela tarde título de Cidadão Honorário concedido pela Câmara Municipal. A iniciativa do vereador Marcelo Piuí, do PHS.

Quem paga a conta?
Marconi passa o final de semana no Rio de Janeiro e muitos dos seus auxiliares de primeiro escalão também. Nos próximos dias o governador vai a Belém (PA), onde recebe mais um titulo de cidadania, o que configura que ele está se tornando uma liderança com projeção nacional. Até aí tudo bem. Mas fica a pergunta do cidadão. Quem está pagando a conta?


Rápidas

Antes de levar o projeto que reajusta a Planta de Valores Imobiliários de Goiânia para segunda e última votação, a Câmara Municipal vai promover audiência pública com segmentos organizados da sociedade para tratar do assunto.

O governador Marconi Perillo (PSDB) inaugura nesta segunda-feira, dia 30, às 8h30, as novas instalações do Condomínio Solidariedade, que fica no Jardim Europa, em Goiânia. O Condomínio abriga e cuida de doentes de Aids.

A demissão de Ormando José Pires da presidência da Comurg está mal explicada pelo Paço Muicipal. Ormando, que é petista, fazia bom trabalho na companhia e a desculpa dada para a sua demissão não convence. Pode vir bomba por aí.

Em final de ano pré-eleitoral, grande parte dos prefeitos, sendo candidatos ou não à reeleição nos seus municípios, só pensam numa coisa de agora em diante: fazer caixa para as eleições do ano que vem, mesmo com crise financeira e tudo o mais.

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