Seduce divulga nota sobre ocupação de escolas

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Estudantes estão ocupando também o tradicional Colégio Lyceu de Goiânia, localizado no Setor Central

A Secretaria de Educação, Cultura e Esporte divulgou, na sexta-feira, dia 11, uma nota sobre o movimento de ocupação de escolas da rede estadual. Veja a seguir a íntegra da nota:
“A Secretaria de Educação, Cultura e Esporte reafirma que sempre esteve aberta ao diálogo, por isso entende que esse movimento de ocupação de escolas da rede é extemporâneo, injustificável e desnecessário.
Nosso projeto de gestão compartilhada é único, e vai garantir que professores e diretores se dediquem exclusivamente ao ensino e aos alunos. As escolas vão permanecer 100% públicas e gratuitas, os professores efetivos terão todos os diretos assegurados e os recursos aplicados serão os mesmos.
A Secretaria tem a convicção de que este modelo será uma iniciativa inovadora, tornará o sistema mais ágil, mais eficiente e fará avançar a qualidade da educação pública em Goiás.”
Na quarta-feira (9), o Colégio Estadual Professor José Carlos de Almeida, no Setor Central, já havia sido ocupado por estudantes, que defendem a medida como um protesto contra o projeto do Governo de Goiás de terceirizar a gestão de parte da rede de ensino por meio de Organizações Sociais (OSs).
O local está fechado fechado desde o ano passado sob a alegação de que não havia demanda de estudantes para a quantidade de vagas ali existentes.
No dia seguinte, na quinta-feira (10), cerca de 20 alunos ocuparam o Colégio Estadual Robinho Martins de Azevedo, localizado no Setor Jardim Nova Esperança, na região Noroeste da Capital. Eles acamparam no local e também dizem que pretendem ali permanecer por tempo indeterminado.
Na sexta-feira, dia 11, foi a vez do tradicional Colégio Estadual Lyceu de Goiânia, terceira unidade a ser ocupada.

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