Caiado defende mudanças consticionais para tirar o Brasil da crise

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Ronaldo Caiado (DEM)

Líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado se transformou numa referência no Congresso Nacional quando se trata de fazer oposição ao governo da presidenta Dilma Rousseff (PT). Caiado não se cansa de criticar Dilma e as gestões do PT, inclcusive do ex-presidente Lula. “É uma questão de equilíbrio. Quem é que quer ver o Brasil com esse prognóstico que está aí? Um processo em que o país caminha para o abismo, sem projeto de governo, sem presidente com credibilidade e sem base no Congresso Nacional. Perdemos o ano de 2015, vamos perder o ano de 2016, 2017?”, questiona. O líder do Democratas no Senado disse que a crise atinge diretamente a atual presidenta Dilma, o ex-presidente Lula e um número que ultrapassa mais de 60 congressistas. Segundo ele, este governo não tem credibilidade para tirar o Brasil das crises política e econômica  que vive atualmente. “Não dá para confiar em um governo que sacrifica a população em nome do seu eterno projeto de governo”. Mas Caiado é mais radical ainda. Para ele, o Congresso Nacional anda a reboque do Supremo Tribunal Federal com tanta denúncia de corrupção envolvendo parlamentares e, por isso, ele defende a renúncia coletiva da presidenta da República e dos congressistas e a realização de novas eleições.“Seria uma saída inédita precedida de mudanças constitucionais. Estaríamos praticamente estabelecendo um novo mecanismo de recall em nossa democracia moderna”.

“Ao contrário do que diziam, a CPI está renascendo das cinzas. A partir de informações oficiais, a investigação pode avançar com segurança”

Senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), relator da CPI do HSBC, ao receber do governo francês a lista dos correntistas brasileiros que depositaram dinheiro na agência do banco na Suíça.


 

Projeto nacional
Com projeto eleitoral nacional para as eleições de 2018, o governador Marconi Perillo (PSDB) quer mostrar ao Brasil um modelo de gestão eficiente em Goiás. Ele foca nas Organizações Sociais (OSs) como parceiras preferenciais e já cedeu a gestão da Saúde para as OSs e agora está implantando esse modelo na Educação, parcerias que podem se estender a outros setores do governo até la. Marconi quer levar ao conhecimento do Brasil que em Goiás ele desburocratizou, deu eficiência, humanizou, melhorou e reduziu o custo dos serviços prestados aos cidadãos.

Liderança política
Mas o governador quer mostrar também que tem força e prestígio político para alçar vôos eleitorais mais altos. Por isso, ele criou e preside o Movimento Brasil Central, um bloco do qual fazem parte os governadores de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Distrito Federal, Tocantins e Rondônia. Assim, Marconi se firma como líder regional capaz de aglutinar lideranças e somar forças em prol do desenvolvimento econômico dos Estados participantes, se cacifando para uma disputa nacional em 2018.


Três na disputa
Com a desistência do deputado federal Fábio Sousa anunciada pelo Twitter, seguem como pré-candidatos a prefeito de Goiânia pelo PSDB os deputados federais delegado Waldir e Giuseppe Vecci e o presidente da Câmara Municipal, vereador Anselmo Pereira. As prévias do partido serão realizadas no dia 21 de fevereiro.

Segunda vez
Fábio Sousa também foi pré-candidato a prefeito de Goiânia em 2012, quando era deputado estadual, mas o PSDB decidiu por apoiar na época a candidatura do deputado federal Jovair Arantes (PTB), que perdeu para Paulo Garcia (PT).

Chapa puro-sangue
No PMDB já é dada como certa a candidatura de Iris Rezende a prefeito de Goiânia neste ano. Não haverá espaço nem para o PT nem para o DEM na chapa majoritária. Quem garante é o deputado estadual e presidente metropolitano do partido, Bruno Peixoto. Será chapa puro-sangue.

Sem disputa
Não haverá disputa interna no PMDB entre pré-candidatos a prefeito de Goiânia. Iris Rezende é nome único no partido e será aclamado em convenção.

Cartas marcadas?
Não é novidade no meio político que o nome preferido do governador Marconi Perillo para concorrer à prefeitura de Goiânia pelo PSDB é o do deputado federal Giuseppe Vecci. As prévias seriam apenas pró-forma.

Perda de cargos
Os vereadores que se rebelaram contra o Paço Municipal estão perdendo os cargos que tinham na prefeitura de Goiânia. Um deles é Clécio Alves (PMDB). Todos os seus indicados para a Comurg foram demitidos.
Candidatos do PT
O PT também deverá realizar prévias em Goiânia já que são cinco os pré-candidatos a prefeito do partido. São eles: Os deputados estaduais Adriana Accorsi, Luis Cesar Bueno e Humberto Aidar, a ex-deputada federal Marina Sant’Anna e o ex-reitor da UFG, Edward Madureira. As prévias ainda não foram marcadas

Robustez eleitoral
A pré-candidatura do ex-deputado federal Luiz Bittencourt (PTB) a prefeito de Goiânia é considerada por ele mesmo como um projeto independente. Mas o PTB é um partido da base do governador Marconi Perillo, o que pode levar o PSDB, mais uma vez, a apoiar candidato de outro partido já que Bittencourt apresenta maior robustez eleitoral do que os demais candidatos governistas.

Exclusividade
O PMDB de Aparecida de Goiânia tem oito nomes como pré-candidatos a prefeito neste ano. Mas o partido não deverá realizar prévias para escolher o melhor entre eles. Esta tarefa é exclusividade do prefeito Maguito Vilela. Mesmo não sendo candidato novamente, ele é quem dá as cartas na sua base política no município.

Nomes do PMDB
Querem disputar a prefeiturta de Aparecida pelo PMDB os vereadores Gustavo Mendanha, Ezizio Barbosa e Edilson Ferreira, e os secretários municipais Euler Morais (Governo), Jório Rios (Administração), Valéria Pettersen (Projetos), Mário Vilela (Infraestrutura) e Rodrigo Caldas (Desenvolvimento Urbano).

Experiência eleitoral
Pré-candidata a prefeita de Aparecida em 2016 pelo PMDB, a secretária municipal de Projetos e Captação de Recursos, Valéria Pettersen, já foi candidata a vereadora pelo PSDB em Aragoiânia (nº 45616), nas eleições de 2000. Teve a candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral por tê-la registrado em substituição a Fabiano Santana de  Freitas, que renunciara, fora do prazo legal.

Disputa em Anápolis
Além do prefeito João Gomes (PT), vários políticos querem administrar a cidade de Anápolis a partir de 2017, entre eles, o deputado federal Alexandre Baldy (PSDB), o deputado estadual Carlos Antônio (SD), o ex-prefeito Ernani de Paula (Pros), o vereador Eli Rosa (PMDB), o ex-deputado estadual e atual vereador, frei Valdair de Jesus Costa (PSB), o ex-deputado federal Pedro Chaves Canedo (PP), o presidente do DEM, Carlos Cezar Toledo, e Vander Lúcio Barbosa da Silva (PSD).

Reunião
Os deputados estaduais do PMDB se reunem nesta segunda-feira, dia 18, às 14 horas, na sala da liderança, quando vão debater a estratégia do partido para as eleições municipais. Eles buscam também uma saída para a crise interna vivida pelo partido por causa da disputa pelo comando da legenda entre Iris Rezende e o deputado federal Daniel Vilela.


Rápidas

Além de Alexandre Baldy, o PSDB de Anápolis tem outros pretensos candidatos a prefeito este ano. São eles: Fernando Cunha, Onaide Santillo, Victor Hugo de Queiroz, Ridoval Chiareloto e Frederico Jayme Filho.
O Professor Alcides Ribeiro Filho defende a realização de prévias no PSDB de Aparecida como forma de manter a unidade partidária no município. Ele disputa a indicação do partido com o vice-prefeito Ozair José.
Membros da Controladoria da OAB nacional virão a Goiânia para fazer auditoria na contas da entidade no período em que foi administrada por Henrique Tibúrcio e Enil Henrique Filho. O rombo de 2015 foi de R$ 11 milhões.
A auditoria foi pedida pelo novo presidente da OAB-GO, Lúcio Flávio, ao Conselho Federal da Ordem. Os dois investigados fazem parte de um grupo, chamado OAB-Forte, que comandou a entidade durante 30 anos.

 

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