João Gomes acelera reforma de estádio

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Prefeito João Gomes e deputado Rubens Otoni: vistoria

Os presidentes de Anapolina e Anápolis, Leandro Ribeiro e Fernando Cunha, acompanharam o prefeito João Gomes (PT) na manhã de quinta-feira, dia 14, em uma vistoria aos trabalhos em andamento no estádio Jonas Duarte. Mais esta visita ao canteiro de obras, explica o prefeito, tem como objetivo mostrar aos dirigentes em que pé está o serviço de reforma de banheiros e outras instalações e os cuidados com o gramado. “Nossa intenção é que eles vejam que está tudo transcorrendo bem e que podem ficar despreocupados”, destaca. O estádio estará em condições de realização de jogos no dia 31 deste mês, quando começa o Campeonato Goiano de Futebol, garante o prefeito.
O plantio do gramado foi concluído e continuam os serviços de adubação, tratamento, nivelamento e irrigação do campo. A mureta que receberá os alambrados também será concluída, e ainda serviços de pintura e reparos de iluminação. Antecipando um serviço que estava previsto para a próxima fase da obra, está em andamento também a reforma de quatro dos oito banheiros, que apresentavam estado crítico de conservação.
O presidente da Anapolina, Leandro Ribeiro, afirmou que ficou satisfeito com o que viu. Ele ressaltou que o estádio, já “cinquentão”, precisava se adequar às novas exigências do futebol e, a partir de agora, o espaço vai se apresentar como opção para realização de jogos não só do Campeonato goiano. Esta é também a opinião do presidente do Anápolis, Fernando Cunha.
Segundo ele, com o trabalho que está sendo desenvolvido pela Prefeitura o estádio vai passar a figurar no cenário nacional. Ambos também concordam que, aumenta a responsabilidade dos clubes quanto a investimento na formação de equipes competitivas, que tenham condições de buscar uma vaga na Série B do Campeonato Brasileiro.
A visita às instalações do estádio Jonas Duarte foi acompanhada, também, pelo deputado federal Rubens Otoni, responsável pelo aporte de parte dos recursos investidos na obra; pelo secretário de Esportes e Lazer, Ademir Marinho, e ainda, membros das diretorias de Anápolis e Anapolina.
A reforma do Estádio Municipal Jonas Duarte permite a ampliação do principal espaço esportivo da cidade. Serão feitos também uma nova arquibancada, contemplando três pavimentos: subsolo; térreo e nível superior, estrutura onde os torcedores ficam. Após as intervenções, a capacidade do estádio passará de 10 mil atuais para 15 mil pessoas que poderão acompanhar de perto os jogos.
Dentro do projeto, serão utilizados cerca de 1.160 m³ de concreto armado e mais de 116 toneladas de aço. A previsão é que tudo seja concluído em 2016. Durante os serviços o estádio continuará funcionando. A intenção é dar comodidade e atender aos torcedores que valorizam esse espaço. Além das arquibancadas, haverá ampliação da lanchonete, dos vestiários, do espaço para árbitros e comissão técnica, e toda a parte administrativa.


Nomeações irregulares

MP propõe nova ação de improbidade contra prefeito de Campos Belos

O promotor de Justiça Douglas Chegury propôs a segunda ação de improbidade administrativa contra o prefeito de Campos Belos, Aurolino José dos Santos Ninha, conhecido como Ninha, em razão de atos de improbidade administrativa envolvendo a nomeação irregular de servidores. Nesta ação são apresentados três novos casos.
Segundo apurado pelo MP-GO, a servidora Renata Bem, nomeada para o cargo de chefe da Seção de Arquivo, trabalhava de fato como técnica em enfermagem. A servidora Dilmaci Alves, nomeada chefe da Seção de Serviços Gerais, trabalhava, na realidade, desviada de função como faxineira na delegacia da Polícia Civil. Já a servidora Eva de Castro, ao ser ouvida pelo MP, informou que era monitora de ônibus escolar, apesar de ter sido nomeada para o cargo de chefe de Divisão de Manutenção.
Conforme apontado na ação, logo após ser eleito, em 2012, Ninha fez aprovar a Lei nº 1.136/2013, por meio da qual criou 130 cargos comissionados no Poder Executivo. Conforme sustentado pelo promotor, a criação da maior parte dos cargos significou uma válvula de escape aos princípios constitucionais da obrigatoriedade do concurso público e da estabilidade. “Cargos e funções comissionadas somente podem ser criados se possuírem natureza de direção, chefia e assessoramento, conforme exigência do artigo 37 da Constituição Federal”, afirmou Chegury.
Contrariando essa previsão, foram criados cargos como chefe de seção de esquadrias, chefe de divisão de pré-moldados, chefe de divisão de alimentação, chefe de seção de biblioteca, chefe de seção telefônica, chefe de seção de parques e jardins e outros. “Não obstante os nomes pomposos, na realidade são cargos técnicos e que exigem a realização de concurso público para serem providos”, asseverou o promotor.
Caso seja condenado, o prefeito estará sujeito às sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa, dentre elas a suspensão de seus direitos políticos, o pagamento de multa civil, a perda do cargo público e a proibição de contratar com o poder público. O MP requereu ainda, em caráter liminar, o bloqueio de bens do prefeito e, no mérito da ação, a condenação ao pagamento de dano moral coletivo.

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