Goiás enfrenta a crise econômica

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Goiás deverá chegar em 2018 entre os Estados com o maior saldo de empresas legalizadas e novos empreendedores inseridos no mercado formal do País. A meta foi divulgada pelo governador Marconi Perillo, durante evento na segunda-feira passada, no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, como parte dos objetivos a serem trabalhados pela equipe econômica do governo nos próximos dois anos, dentro do Programa Goiás Mais Competitivo, cujo objetivo é colocar o Estado entre os cinco mais competitivos do País. É uma meta ambiciosa e, por isso mesmo, muito importante para todos os goianos.
De acordo com dados da área econômica do governo estadual, está prevista a abertura de 45 mil novas empresas e 150 mil novos empreendedores legalizados até 2018. Para atingir a meta, uma equipe governamental interdisciplinar vai trabalhar com o desenvolvimento de ações em quatro eixos: Ação de Governança, para promover a articulação entre os atores envolvidos; Ambiente, com medidas que visam rapidez na vistoria de registro mercantil; Capacitação; e Crédito.
É uma medida importante para amenizar os efeitos da crise econômica que paira sobre todo o País. Para o governador Marconi Perillo, o cumprimento dessas metas estabelecidas servirá como um antídoto contra a crise. Caso as previsões se confirmem, o governo estadual estará conseguindo combater a face mais cruel da recessão: o desemprego.
Durante a solenidade de lançamento das metas, o governador lembrou que a crise econômica não é apenas manchete de jornal, chegou de fato à realidade das pessoas. Como caso concreto, ele citou a empresa Votorantim Metais, que anunciou o fechamento de forma provisória de centenas de empregos em Niquelândia, município do norte goiano.
A execução do projeto ficará a cargo da Junta Comercial do Estado de Goiás, órgão vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com suporte técnico e monitoramento da Secretaria de Planejamento. O presidente da Juceg, Rafael Lousa, disse que o cumprimento destas metas visa ainda criar uma agenda positiva para o Estado. Ao agir assim proativamente, segundo Lousa, Goiás está olhando para a frente, apresentando uma agenda positiva, enxergando na crise uma oportunidade de crescimento.
Ainda segundo o presidente da Juceg, a intenção é democratizar as oportunidades de empreendedorismo, criando uma rede de atuação integrada por governo, entidades de classe que darão suporte aos empreendedores de 11 regionais do Estado, além de instalar o Redesimples (programa que permite a abertura de empresas em curto prazo) em 55 municípios goianos que, juntos, representam 90% da abertura de novas empresas.
O esforço irá contar com a a participação de parceiros importantes, como Sebrae, e entidades de classe e do meio empresarial, tudo submetido a uma consulta pública, segundo o vice-governador e secretário de Desenvolvimento, José Eliton.
Mais uma vez, o governador Marconi Perillo demonstra que não para, trabalha 24 horas para conseguir os melhores resultados para a economia goiana. Somente com força de vontade e planejamento é possível amenizar e superar momentos críticos como esse que passamos. Ações que têm como objetivo aquecer a nossa economia em tempos de crise econômica são fundamentais e refletem diretamente na vida de todos os goianos.

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