Lissauer vai disputar prefeitura de Rio Verde

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Lissauer Vieira em reunião com o prefeito Juraci Martins e líderes partidários de Rio Verde

Durante reunião em seu escritório de trabalho, realizada na manhã de segunda-feira, dia 18, deputado estadual Lissauer Vieira (Rede) colocou seu nome a disposição como pré-candidato a prefeito de Rio Verde. Além do prefeito Juraci Martins (PP), estiveram presentes no encontro representantes de 15 partidos políticos.
Anfitrião do encontro, o deputado Lissauer abriu a reunião agradecendo a presença de todos, especialmente do prefeito Juraci Martins, a quem taxou de padrinho político e um dos seus grandes exemplos como cidadão e gestor público.
Se dirigindo aos presentes, Lissauer destacou a importância do diálogo e das tomadas de decisões serem feitas em grupo nesse início de caminhada rumo as eleições de outubro.
“Agradeço a todos por estarem aqui, por nos darem a oportunidade de ouvir suas ideias, de começarmos esse debate e assim construirmos juntos um projeto para Rio Verde. Não estamos aqui para impor nada, não tenho vaidades pessoais, mas me considero pronto e preparado para qualquer missão que o grupo decidir”.
Chamado a falar, o prefeito Juraci Martins anunciou seu apoio à pré-candidatura do deputado e destacou algumas qualidades que o fizeram optar por Lissauer Vieira para sucedê-lo na Prefeitura de Rio Verde.
“É um jovem humilde, de caráter irrepreensível, profundo conhecedor das necessidades do município, e que tem responsabilidade, competência e apoio político e empresarial para disputar e vencer a eleição. Por tudo isso, Lissauer é meu pré-candidato a prefeito de Rio Verde na eleição de outubro”.
Estiveram presentes à reunião presidentes e representantes das siglas partidárias PDT, PTB, PMN, PSDB, PHS, PROS, PT, PV, SDD, PTC, PSL, PP, PSB, PSDC E PSC. Também marcaram presenças os vereadores Iran Mendonça Cabral (presidente da Câmara), Elecir Casagrande, Celso do Clube, Oreste da Habitação, Iturival Júnior, Maria José e Manoel Pereira, acompanhados do ex-deputado e atual vice-presidente da Agehab, Marco Ferreira.


Pastas Vazias

Prefeitura vai processar servidores investigados em CEI da Câmara

Durante a sessão plenária de terça-feira, dia 26, o vereador Elias Vaz (PSB) recebeu comunicado da Controladoria Geral do Município (CGM) informando que foi instaurado Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra 17 servidores municipais investigados pela Comissão Especial de Inquérito (CEI) das Pastas Vazias. “É a resposta de que a CEI não terminou em pizza. Esses servidores não podem ficar impunes diante das irregularidades que cometeram. A legislação de Goiânia foi pensada para proteger a cidade e os seus moradores”, afirma Elias.
Em seis meses de investigação a CEI identificou vários tipos de irregularidades, entre elas esta a prática indevida na emissão de Certidão de Início de Obra, da qual os servidores terão que responder ao PAD. As certidões foram emitidas para áreas que não seguiram critérios técnicos estabelecidos por lei, a maioria delas lotes baldios, sem qualquer indício de construção.
Segundo a apuração, foram concedidos laudos falsos de início de obra a empreendimentos de diversas regiões de Goiânia. O Código Municipal de Obras é claro: o prazo para iniciar a construção é de dois anos a partir da emissão do alvará. Para a Certidão de Início de Obra, é preciso seguir critérios técnicos, que determinam a conclusão de toda a fase de fundação, incluindo a perfuração e concretagem até o chamado bloco de transição ou vigas baldrames. “Ficou claro que isso não foi cumprido, tanto que a prefeitura já mandou extinguir 16 alvarás, por recomendação da CEI. Mais uma prova de que os servidores falsificaram os laudos”, afirma o vereador. No total, a Comissão recomendou ao Município a extinção de 23 alvarás, que resultariam na construção de mais de quatro mil apartamentos de forma irregular em Goiânia.
Os laudos falsos garantiriam prazo indefinido para as construtoras concluírem os empreendimentos. “O empresário consegue a certidão e aí fica eternamente com o direito de executar a obra, se valendo de regras urbanísticas menos rígidas que as do atual Plano Diretor, burlando a lei”, afirma o Elias Vaz.
Outra representação acatada pela CGM é a que pede a abertura de processo para investigar a conduta de servidores que assinaram a emissão de alvarás de construção fora do prazo previsto por lei.

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