Maguito pede calma ao povo e sugere diálogo aos políticos para resolver crise no Planalto

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Foto: Paulo José

Aliado do Palácio do Planalto, tendo tido bom relacionamento com o governo federal através do ex-presidente Lula e da atual presidenta Dilma Rousseff, ambos do PT, o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB) mantém seu apoio aos dois, embora seu partido esteja quase todo do lado da oposição, trabalhando pelo impeachment. Ao ser questionado sobre a crise no Planalto na sexta-feira, dia 18, Maguito pediu calma para a sociedade. “Acho que o povo brasileiro tem que ter calma num momento como este. O País está vivendo uma turbulância na área política, na área econômica e é bom que todo mundo tenha calma. Os problemas se resolvem é com diálogo, tranquilidade, paciência e habilidade”. Segundo ele, é preciso evitar os conflitos de rua como estamos vendo Brasil afora. “Nós temos que evitar os conflitos, as convulsões sociais. O Brasil é um país pacífico. Nós não podemos nunca deixá-lo descambar aí para as práticas menos recomendáveis à democracia”. Aos políticos em Brasília ele sugere sabedoria para que decidam da melhor maneira possível o futuro do País. “Espero que os líderes tenham competência para resolver esse problema que realmente já está afetando não só a economia, mas a política e vai afetando o País como um todo.


 

“O meu governo garantiu autonomia para a Polícia Federal investigar quem fosse necessário. O meu governo respeita o Ministério Público e o Judiciário”

Presidenta Dilma Rousseff afirma, em Feira de Santana (BA), que a “politização” da Justiça e do Ministério Público representa uma “volta atrás” na história.


Regimes de exceção
Prefeito de Goiânia, Paulo Garcia (PT) usou o Twitter para criticar os que tentam impedir o ex-presidente Lula (PT) de assumir ministério no Governo Federal e propagam o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). “Regimes de exceção nunca foram e nunca serão ideais para país nenhum”, disse o prefeito. “Esse cenário afeta cadeia produtiva, atividade econômica e principalmente aqueles mais desprovidos de condições financeiras”. E acrescentou em outro post. “Esse é um País de todos. Colocar fogo nesse País só interessa para quem quem não é brasileiro”.

Defesa do impeachment
Vice-prefeito de Goiânia, Agenor Mariano (PMDB) pensa diferente do prefeito Paulo Garcia e diz que tudo que está acontecendo “é lamentável” e que “o País não merecia passar por isso”. Ele considera que o governo federal caiu no descrédito nacional e não vê outro caminho a não ser o impeachment da presidenta Dilma Rousseeff.

Sem conversa
Se depender de Agenor Mariano a aliança do PMDB com o PT em Goiânia acaba agora. “Se o PMDB tiver juízo desembarca o mais rápido possível”. Depois do desentendimento com Paulo Garcia, os dois não voltaram a conversar. “Não conversamos mais”, disse.

Sem lógica
Vice-presidente nacional do PSDB e pré-candidato à Prefeitura de Goiânia, deputado federal Giuseppe Vecci diz que a revelação do áudio da conversa telefônica entre Dilma e Lula reforça o embasamento da ação que tramita hoje na Câmara dos Deputados. “Não há mais lógica alguma – constitucional, moral, política – de continuidade do atual governo”, opina.

Confissão de dívida
O prefeito Paulo Garcia (PT) disse na sexta-feira, dia 18, ao prestar contas na Comissão Mista da Câmara Municipal  de Goiânia sobre o último quadrimestre de 2015, que herdou dívida de R$ 315 milhões do seu antecessor e ex-padrinho político Iris Rezende (PMDB). Ele citou passivo de R$ 115 milhões do Imas e dívida de R$ 200 milhões na Saúde que estava “sem um único centavo em caixa”

Vai ou racha
Paulo Garcia quer definir logo o imbróglio do PT com o PMDB em Goiânia. Para aqueles que insistem em se manter na administração ele passou a exigir fidelidade e ainda terão que rezar na cartilha do PT. Se não concordarem que desembarquem do governo como quer o vice-prefeito Agenor Mariano.


PSDB pelo PTN
Deputado federal Alexandre Baldy aproveitou a janela da infidelidade partidária e trocou o PSDB pelo PTN, partido controlado por ele no Estado desde o ano passado. Baldy, aliás, é o presidente de honra do PTN em Goiás. Ele não fala em candidatura a prefeito de Anápolis, mas atua como se tivesse pensando em ser candidato a governador em 2018.  Ele foi filiado ao PSDB por cinco anos

Principal nome
Ainda sem nome para concorrer à prefeitura de Anápolis depois que Fernando Cunha Neto desistiu da postulação, o PSDB vê o deputado estadual Carlos Antônio (SDD) se tornar o principal nome da base do governador Marconi Perilllo para concorrer com o prefeito João Gomes (PT).

Nome certo
Em Aparecida de Goiânia o PSDB tem dois nomes na disputa, mas o Professor Alcides Ribeiro Filho, que concorre internamente com o vice-prefeito Ozair José, já é dado como certo pelos tucanos como candidato a prefeito da cidade este ano.

Aumento de bancada
O PMDB de Aparecida de Goiânia ganhou mais três vereadores. Foram filiados ao partido na quinta e na sexta-feira, dias 17 e 18, os vereadores Almeidinha, que saiu do PSD, Antônio Ribeiro e Gilsão Meu Povo, que deixaram o PRTB. Elio Bom Sucesso já acertou saída do PTB para ingressar no PMDB e João Antônio (PSB) e Gleison Flávio (PT do B) estariam muito próximos do partido do prefeito Maguito Vilela. Confirmadas todas essas filiações, o PMDB passará a ter 10 vereasdores no município. Antes tinha apenas quatro.

Sem representatividade
Ao contrário do PMDB, o PSDB agoniza em Aparecida. Já perdeu um de seus dois vereadores. Manoel Nascimento foi para o DEM. Para piorar, a vereadora Delegada Cybelle está conversando com outras siglas, inclusive com o PMDB, e pode sair do ninho tucano deixando o partido sem representatividade na Câmara Municipal. O PRTB, que tinha dois vereadores, também ficou sem bancada. O PSL, que elegeu três vereadores em 2012, viu os dois que restavam mudarem para outras siglas também.

Relatoria
Ex-aliado do governo Lula e do governo Dilma, o deputado federal Jovair Arantes, líder do PTB na Câmara Federal, será o relator da comissão especial que vai analisar a denúncia contra a presidenta da República, Dilma Rousseff (PT), por crime de responsabilidade.

 

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