Estudantes se preparam para a 12ª edição do concurso

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Depois que os alunos participaram na prática do combate ao mosquito, visitando casas e orientando as pessoas da comunidade, eles se interessaram mais ainda em produzir trabalhos para o certame

Combate ao Aedes aegypti foi intensificado nas escolas após divulgação do concurso Goiás na Ponta do Lápis, que este ano tem como tema “Histórias reais de combate ao Aedes”

Fabiola Rodrigues

O concurso Goiás na Ponta do Lápis, em sua 12ª edição, contribui para que os estudantes goianos coloquem em prática ações de combate ao mosquito Aedes aegypti. O tema do certame, “Histórias reais de combate ao Aedes”, está estimulando e envolvendo o ambiente escolar na luta para erradicar o mosquito. Alunos da Escola Estadual Santa Marta, em Goiânia, estão produzindo trabalhos que servem de treinamento para o concurso.
Estudantes do 4º e 5º anos do ensino fundamental estão criando vários desenhos representando maneiras de enfrentar o Aedes aegypti. A professora de Educação Ambiental Francisca Idelfôncio diz que todo o dia dá orientações aos estudantes de como combater o mosquito transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika. Há um mês ela e a diretoria da escola vem criando dinâmicas interativas para os alunos entenderem como deve ser feito o combate ao Aedes.
As práticas de ensino intensificaram depois da divulgação do certame. A professora parabeniza a Tribuna do Planalto por ter a iniciativa de envolver todos os estudantes do estado de Goiás em uma edição inovadora. Nesta edição os alunos podem produzir, além de redação, desenhos, fotografias e vídeos, novas categorias que foram incorporadas ao concurso.
“O Goiás na Ponta do Lápis deste ano traz maiores possibilidades para o aluno produzir os trabalhos. Essas novidades servem para estimular ainda mais os estudantes a participarem dessa edição”, diz Francisca Idelfôncio.
Após a ação de combate ao Aedes nas proximidades da comunidade escolar, os alunos compreenderam através da prática que o mosquito realmente precisa desaparecer de vez. A professora de educação ambiental da escola observa que não existia melhor tema para ser discutido na 12ª do certame.
“Já consigo ver mudanças no processo de aprendizado dos estudantes depois de eles terem vivenciado na prática ensinamentos de combate ao mosquito. O concurso está ajudando para que os alunos tenham mais interesse em combater o Aedes. Quando falamos que podem ganhar prêmios, se apresentarem bom material, eles ficam vislumbrados”, comenta a professora.
A diretora da escola, Karla Lopes, está motivada para trabalhar o tema do concurso com os alunos o tempo que for necessário. Ela se lembra de dois motivos nobres. O primeiro é a contribuição efetiva do aluno no combate ao mosquito e o segundo são as experiências que eles já estão adquirindo para produzir o próprio material para o concurso.
“Vejo que ensinar o aluno é um exercício constante. Quanto mais são orientados, maiores conhecimentos terão. Achei muito importante o concurso, na edição deste ano, levar o aluno a criar trabalhos a partir de experiências realizadas por eles mesmos”, diz a diretora.
Depois que os alunos participaram na prática do combate ao mosquito, visitando casas e orientando as pessoas da comunidade, eles se interessaram mais ainda em produzir trabalhos para o concurso.
“Eu oriento para que diretores, coordenadores e professores estejam empenhados em ensinar o aluno constantemente. Eles absorvem as informações mais rapidamente do que um adulto. Além disso, queremos ver estudantes da nossa escola sendo destaque no certame”, comenta a diretora.
Os alunos compraram a guerra contra o mosquito. Ao visitarem as casas da comunidade juntamente com os professores, as crianças encontraram focos do Aedes e, ao terem essa experiência, estão mais rigorosos na patrulha de combate ao mosquito dentro da escola e em casa.
“Acredito muito que a motivação é um dos fatores fundamentais para ensinar e compartilhar conhecimento. Nossos alunos vêm construindo experiências de combate ao mosquito para apresentar resultados na produção dos trabalhos para o concurso” , lembra Karla Lopes.
Dividir os alunos em grupos de turmas diferentes é uma das maneiras de também prepará-los para o concurso. A diretora lembra que quando os estudantes contam histórias de combate ao mosquito realizadas por eles mesmos já ajuda o colega a ter novas ideias para produzir os trabalhos.


 

 Os alunos compraram a guerra contra o Aedes. O combate ao mosquito está sendo realizado dentro do ambiente escolar e na comunidade

Os alunos compraram a guerra contra o Aedes. O combate ao mosquito está sendo realizado dentro do ambiente escolar e na comunidade

Os alunos compraram a guerra contra o mosquito. Ao visitarem as casas da comunidade juntamente com os professores, as crianças encontraram focos do Aedes e, ao terem essa experiência, estão mais rigorosos na patrulha de combate ao mosquito dentro da escola e em casa.
“Acredito muito que a motivação é um dos fatores fundamentais para ensinar e compartilhar conhecimento. Nossos alunos vêm construindo experiências de combate ao mosquito para apresentar resultados na produção dos trabalhos para o concurso” , lembra Karla Lopes.
Dividir os alunos em grupos de turmas diferentes é uma das maneiras de também prepará-los para o concurso. A diretora lembra que quando os estudantes contam histórias de combate ao mosquito realizadas por eles mesmos já ajuda o colega a ter novas ideias para produzir os trabalhos.

A entrega do material de divulgação continua a partir de segunda feira 11/04 com visitas as Subsecretarias das regiões Norte e Vale do São Patrício.
Cidades a serem visitadas: Goianésia, Ceres, Rubiataba, Itapaci, Uruaçu, Minaçu, Porangatu e São Miguel do Araguaia


Alunos já pensam na entrega dos trabalhos

Práticas de atividades de combate ao mosquito são diárias na escola
Práticas de atividades de combate ao mosquito são diárias na escola

O concurso Goiás na Ponta do Lápis continua com inscrições abertas. Os alunos regularmente matriculados nas escolas das redes estadual, municipais e particular de ensino interessados em participar, devem realizar as inscrições pelo sitewww.tribunadoplanalto.com.braté o dia 15 de maio. É de extrema importância realizar a inscrição, já que é a única forma de garantir a participação do estudante no concurso.
Realizado pela Tribuna do Planalto com apoio do Governo do Estado através da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte e Secretaria de Saúde, o certame nesta edição traz novidades. Nas edições anteriores os alunos faziam pesquisa sobre o tema proposto e escreviam suas redações; este ano eles terão que relatar alguma experiência prática, que pode ser contada em formato de redação, desenho, fotografia ou vídeo, relacionada diretamente com o combate ao mosquito.
A coordenadora da Escola Estadual Santa Marta, Maria de Lourdes da Cruz, diz que os alunos estão muito interessados em participar do concurso. Ela conta que sempre tem algum estudante que vai até ela e mostra algum trabalho que ele produziu em combate ao Aedes.
“Os alunos já estão eufóricos para entregar os trabalhos, muitos ainda são crianças e não conseguem esperar. Eles me procuram para mostrar desenhos e textos. Vejo que pretendem apresentar trabalhos excelentes”, diz a coordenadora.
Quando o estudante tem experiência para contar, tudo fica mais fácil. A coordenadora diz que eles estão levando os alunos a exercitar práticas de combate ao mosquito constantemente.
“Estamos falando para eles que sem prática não há como produzir o material. Então muitos alunos se mostram interessados em descobrir mais sobre como combater o Aedes”, diz Maria de Lourdes.
O mosquito Aedes aegypti está sendo um dos maiores vetores de doenças no Brasil nas últimas décadas. Tratar esse assunto na Educação é um grande avanço em vários sentidos, diz a coordenadora Maria de Lourdes. Ela acredita que as crianças e os adolescentes podem e devem ajudar no combate ao mosquito, além, é claro, criar materiais interessantes para o certame.

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