Marconi sobre as OS’s na Educação: “Em hipótese alguma nós vamos recuar de uma boa ideia”

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Governador Marconi Perillo (PSDB) voltou a defender a presença das Organizações Sociais (OS’s) na Educação. Recentemente todas as OS’s que participaram do processo de habilitação do Estado foram desclassificadas, mesmo assim o governador disse, em entrevista ao Portal Mais Goiás, que o governo propõe uma mudança qualitativa na Educação. “Em hipótese alguma nós vamos recuar de uma boa ideia”. Segundo ele, toda mensagem realmente enseja contraditório, a discordância, até que ela prove ser boa pra sociedade. “O que nós queremos na educação é que com essa gestão nova, eficiente, os filhos dos trabalhadores possam ter igualdade de oportunidades em relação aos filhos dos mais ricos, estudando em uma escola boa que lhe dê condições de chegar a uma boa universidade e depois ter acesso a um bom e qualificado emprego. Esse é o objetivo”. Para ele, a desinformação da sociedade e atuação de alguns segmentos ideológicos prejudicam o debate, mas o processo será reformulado e as OS’s serão chamadas novamente para assumir as escolas estaduais. “O que nós queremos efetivamente é melhorar ainda mais a educação em Goiás”, declarou.


Troca de elogios
O tempo é mesmo o senhor da razão. Quem imaginaria anos atrás ouvir o prefeito Paulo Garcia elogiando publicamente o governador Marconi Perillo, e vice-versa. Pois é. Aconteceu novamente, aliás está ficando corriqueiro, na manhã de sexta-feira, dia 8, durante solenidade de assinatura da extensão do contrato de concessão dos serviços de água e esgoto de Goiânia para a Saneago por mais 30 anos a partir de 2023.

Estadista e sensato
Paulo Garcia disse que Marconi é um estadista. “O governador, como chefe de Estado, aguardou a discussão da matéria por todas as partes envolvidas”. Marconi retribuiu e lembrou que o prefeito participa das discussões do projeto desde 2011. “Suas atitudes são extremamente sensatas, equilibradas, ponderadas, sem jamais entrar no jogo baixo da politicagem”. Para participar da solenidade, Marconi deixou de ir a uma reunião do PSDB, em São Paulo.


Mídia espontânea
Deputado federal Jovair Arantes, líder do PTB na Câmara dos Deputados, ganhou mídia espontânea em larga escala na semana passada em todos os veículos de comunicação do Brasil por ser o relator do processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff (PT). Ah se esse episódio tivesse ocorrido no mesmo período pré-eleitoral da campanha de 2012, quando Jovair disputou a prefeitura de Goiânia.

Custo alto
Presidente regional PTB, partido aliado ao governo Dilma Rousseff (PT), e detentor de vários cargos importantes no governo federal, em Goiás e até em outros estados, Jovair Arantes pode sofrer represálias por ter pedido no seu relatório o impeachment da presidenta. Ele disse que já avisou aos seus indicados que poderão perder seus cargos. “Não vou morrer por isso. O único cargo que não poderão me tirar é o que o eleitor goiano me deu”. Pois é.

Governabilidade
Quem está dando as costas para o governo Dilma agora no futuro poderá virar de frente novamente se o impeachment da presidenta não for aprovado na Câmara dos Deputados. Tudo em nome da governabilidade. O PMDB e o PTB serão os primeiros, pode anotar.

Sem pressa
Prefeito de Trindade, Jânio Darrot (PSDB) pôs fim aos rumores na cidade de que não seria candidato à reeleição este ano. Mas ele não quer antecipar o processo sucessório para não contaminar sua gestão. “Eu preciso realizar algumas obras que ainda faltam para terminar as minhas promessas de campanha. Vamos deixar, por enquanto, a eleição de lado e em julho, agente volta a falar sobre isto”, disse o prefeito durante evento em Trindade.
Prefeito e vice
Leonardo Guimarães (PSDB), filho do ex-prefeito e histórico peemedebista Vanderlan Celso e Silva, deve ser candidato a prefeito de Bela Vista de Goiás este ano, representando o grupo do prefeito Eurípedes José do Carmo (PSC). O jornalista e escritor Thiago Mendes, que trocou o PR pelo PSC, atendendo a orientação do prefeito, deve ser o candidato a vice de Leonardo.
Disputa polarizada
Aparecida de Goiânia tem hoje 11 pré-candidatos a prefeito, sendo sete da base do prefeito Maguito Vilela (PMDB), três da base do governador Marconi (PSDB), e um que se declara independente. A movimentação de bastidores é intensa, mas a disputa deste ano no município ficará polarizada entre um candidato de Maguito e outro de Marconi.

Xadrez político
Vereador Tayrone Di Martino (PSDB) não será candidato à reeleição este ano. Ele tem duas opções. Sai candidato a vice-prefeito de Giuseppe Vecci se o partido lançar chapa puro-sangue em Goiânia ou será aproveitado na equipe do governador Marconi após o final do seu mandato, ou até na de gestão de Vecci se este vencer o pleito. Vereador Eudes Vigor, que saiu do PMDB e retornou ao PSDB e divide base eleitoral com Tayrone na Região Noroeste, sai beneficiado. Tayrone deve apoiá-lo na sua reeleição.

Vice de Iris
Pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PMDB, Iris Rezende trabalha para ter como vice o deputado federal Lucas Vergílio, reeditando dobradinha que ele fez com o pai de Lucas, Armando Vergílio, em 2014, quando foram candidatos a governador e vice pelo PMDB e pelo SDD.

Resistência
Mas a combinação sofre resistência porque provocaria mudança nas bancadas de Goiás na Câmara Federal. Sendo eleito junto com Iris para prefeitura de Goiânia, Lucas Vergílio, para assumir a vice, deve renunciar ao mandato de deputado federal, reduzindo a bancada federal goiana do SDD a zero e beneficiando Iris Araújo, primeira suplente da coligação que elegeu Lucas, aumentando de dois para três deputados a bancada federal goiana do PMDB.

Novo arranjo
Outra coisa. Iris Rezende espera a definição sobre o impeachment da presidenta Dilma Rousseff (PT). Sendo impedida de continuar no cargo, o arranjo político nacional muda, com o PMDB podendo ter o PSDB como aliado para garantir a governabilidade do Brasil. Esse novo arranjo poderá se espalhar pelos estados, já influenciando nas alianças entre as duas legendas para as eleições municipais deste ano.

Nova aproximação
Mas se Dilma Rousseff não sofrer impeachment, o PMDB poderá buscar aproximação do PT e do governo federal novamente, com o mesmo discurso da governabilidade. Assim, PMDB e PT poderiam rediscutir a aliança entre as duas siglas em Goiânia.

Aliança acertada
Os comandos do PMDB, DEM, SDD e PRP já decidiram que as três siglas vão caminhar juntas nestas eleições municipais na maioria dos municípios goianos, sempre apoiando aquele candidato a prefeito de uma destas quatro legendas que estiver mais bem colocado nas pesquisas e com mais chance de vitória . Esta aliança também deve vigorar para as eleições estaduais de 2018.


Rápidas

A lista da Odebrecht com anotações sobre doações a políticos e a campanhas eleitorais é bastante extensa e data das décadas de 70 e 80. É tanta corrupção praticada neste Brasil e quase ninguém foi preso. Dá nojo.
Reportagem da Revista Época destaca que o antigo Serviço Nacional de Inteligência (SNI), que serviu à ditadura militar, detectava corrupção de políticos em cargos públicos. Só se esqueceu de pedir para prender.
A partir do dia 29 de maio de 2016, os números de celular de Goiás e outros cinco estados passam a funcionar com um dígito a mais. As operadoras já começaram a alertar seus clientes por meio de SMS sobre a mudança.
Pesquisa do Instituto Paraná revela que 82% dos entrevistados acreditam que o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), tinha ciência dos esquemas de corrupção da Petrobrás e do Governo.

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