Deputados aprovam empréstimo para construção da Ponte de Porto Nacional

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A construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins no município de Porto Nacional finalmente pode sair do papel. Ao menos no que depender dos deputados da Assembleia Legislativa já que o empréstimo que vai financiar a obra teve seu contrato autorizado. A instituição escolhida pelo Estado é o UniCredit e o valor total é de 36 milhões de euros.
A ponte é um importante canal de acesso dos tocantinenses e se encontra em estado precário de conservação. Por causa disso, as autoridades restringiram o tráfego de veículos mais pesados, o que obrigou caminhões a buscar outros trajetos mais longos, onerou o custo do frete e afetou a competitividade do agronegócio.
Em reunião os membros da Comissão de Finanças, Tributação, Fiscalização e Controle aprovaram o parecer do deputado Ricardo Ayres (PSB), relator de um projeto de lei do Executivo. A matéria em questão autoriza o Governo do Estado a fazer empréstimo destinado à construção da ponte de Porto Nacional sobre o Rio Tocantins.
Depois de aprovada na Comissão de Finanças, Tributação, Fiscalização e Controle a matéria foi encaminhada para votação no plenário, onde foi aprovada pelos deputados.
De acordo com o Governo, a ponte foi interditada em 2011 devido às condições precárias. “A situação tem afetado a competitividade do agronegócio nos municípios de Palmas, Porto Nacional, Santa, Monte do Carmo, Taguatinga, Mateiros e Dianópolis”, diz o documento.
Para o deputado Toinho Andrade (PSD), a ponte também possui um valor histórico para a comunidade portuense. “A obra foi fruto de muita luta de nossos líderes e do povo. Desde 1976, ela tem contribuído para alavancar não só o desenvolvimento da região, mas de todo o Tocantins”, afirmou.
Outras duas matérias de autoria do Governo do Estado foram apreciadas na Comissão. A primeira dispõe sobre a estrutura operacional do Instituto de Gestão Previdenciária do Estado – Igeprev. A segunda, trata da reedição de uma medida provisória que determina o estorno das despesas com pessoal liquidadas e não pagas em 2015. Assim o Governo sinaliza que não tem disponibilidade de caixa para pagar obrigações de exercício anterior.

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