Goiás tem o segundo maior saldo na geração de empregos em março

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Goiás teve o segundo maior saldo positivo na geração de empregos em março. É o que revelam dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram criados 3.331 postos de trabalho no Estado, alta de 0,28% em relação ao mês anterior.

A maior parte surgiu na agropecuária (+1.608 vagas, ata de 1,70%), seguida da indústria química (+1.381 vagas, ou +2,82%) e setor de serviços (+170 vagas ou +0,04%), com destaque para o subsetor de transportes e comunicações (+652 ou +1,17%). No acumulado do ano, o saldo foi positivo, com a geração de 5.392 postos formais de trabalho, uma variação de +0,45%. O resultado de Goiás só ficou atrás do Rio Grande do Sul, que gerou 4.803 vagas, um crescimento de 0,18% sobre o mês de fevereiro.
As vagas no mercado de trabalho gaúcho foram puxadas pela indústria da borracha e fumo e couros (4.243 vagas, alta de 8,96%), tendo logo atrás o comércio atacadista (+3.036 vagas ou alta de 3,21%) e calçados (+1.753 vagas ou +1,75%). No acumulado de janeiro a março, o resultado também foi positivo no Rio Grande do Sul com a geração de 18.614 postos de trabalho, uma variação de +0,72%.

Em Roraima a geração de 200 vagas (+0,43%) foi puxada pelo bom desempenho do comércio atacadista (+167 vagas ou +5,79%) e da construção civil (+ 61 postos ou +1,51%). No ano, foram geradas 200 vagas ou +0,39%. E em 12 meses, a geração foi de 149 postos ou +0,29%.
No Mato Grosso do Sul houve a criação de 187 postos de trabalho (+0,04) em função da expansão do setor de serviços (+787 vagas ou +0,42%), puxado pelo subsetor de transportes e comunicações (+376 vagas ou +1,40%). A agropecuária também gerou empregos (+384 vagas ou +0,55%). No ano, o crescimento no estado foi de 0,29%, equivalentes à geração de 1.495 vagas formais.

Estados com maiores quedas no mês
Os estados de São Paulo (-32.616 ou -0,27%), Rio de Janeiro (-13.741 ou -0,37%) e Pernambuco (-11.383 ou -0,88%) apresentaram as maiores quedas no mês. O Brasil também voltou a registrar perdas de emprego formal, registrando 118.776 postos de trabalho com carteira assinada em março, uma variação negativa de 0,30% no estoque de empregos, comparada ao mês anterior.

A queda se deu principalmente em função da perda nos setores comércio (-41.978 vagas ou -0,46%), indústria de transformação (-24.856 vagas ou -0,33%) e a construção civil (-24.184 vagas ou -0,92%). O saldo total é resultado de 1.374.485 admissões e 1.493.261 desligamentos. Com essa variação, o estoque de empregos no país atingiu 39.373.900 em março.

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