Prorrogadas inscrições para o concurso

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A data de inscrições do Goiás na ponta do Lápis foi prorrogada para até dia 15 de junho. Todos os estudantes das redes estadual, municipais e particular de ensino nos 246 municípios goianos que não tiveram a chance de se inscrever terão mais um mês para realizar a inscrição

Fabiola Rodrigues

Devido à grande procura na última semana, que levou à queda do site algumas vezes, o prazo para inscrição ao Concurso Goiás na Ponta do Lápis foi prorrogado para até dia 15 de junho. Todos os estudantes que não tiveram a chance ou não conseguiram se inscrever terão mais um mês para realizar a inscrição e concorrer aos vários prêmios.
Nesta edição, o certame traz grandes novidades para os estudantes. Agora o aluno tem a chance de produzir vários formatos de trabalhos, além das tradicionais redações. Desta vez podem ser elaborados trabalhos também no formato de desenho, fotografia e vídeo. Contudo, os alunos precisam ficar atentos, já que e preciso realizar suas inscrições exclusivamente através do site www.tribunadoplanalto.com.br/concurso
Podem ser inscritos no certame todos os estudantes que estejam regularmente matriculados nas escolas das redes estadual, municipais e particular de ensino. Outra novidade que os alunos precisam ficar atentos é com a produção dos trabalhos, sendo que cada categoria deve produzir sobre um gênero especifico, de acordo com o que se pede no regulamento.
Realizado pela Tribuna do Planalto em parceria com a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Esporte e Secretária de Saúde, o concurso está conseguindo unir práticas educacionais saudáveis na vida dos estudantes por todo o estado. Com o tema “Histórias reais de combate ao Aedes”, o ambiente escolar se tornou lugar de debates sobre assuntos relacionados ao mosquito. Os estudantes estão envolvidos no combate ao Aedes aegypti através de inúmeros projetos que as escolas estão criando.
A liberdade na produção dos trabalhos é um dos destaques desta edição do concurso. Segundo a coordenadora de Políticas Públicas da Subsecretaria de Itaberaí, Rose Meire Ramos, os alunos estão naturalmente praticando o combate ao Aedes na escola e em suas residências.
“A dinâmica do concurso faz com que nossos alunos sejam fiéis nas produções dos trabalhos. Estamos muito empenhados em ajudar os estudantes porque sabemos da importância do aprendizado para eles”, diz a coordenadora.
Além dos alunos estarem gostando da liberdade que estão tendo para produzir os trabalhos a partir das experiências, eles deixaram de participar de outros certames – conta Rose Meire Ramos – para se dedicar ao Goiás na Ponta do Lápis. Concursos que envolvem estudantes por todo o País foram deixados de lado pelos alunos de Itaberaí.
“O concurso é muito esperado em nossa região. Temos respeito pelos organizadores e não é somente nós da educação. Os pais também sempre estimulam os filhos a participarem. Um detalhe que faz muita diferença”, conta a coordenadora.
Segundo Rose Meire Ramos a estimativa é de que mais de 21 escolas estaduais da regional de Itaberaí participem dessa edição. Muitos alunos já conseguiram fazer a inscrição pelo site, mas têm aqueles que ainda não se inscreveram.
“O período das inscrições ter sido prorrogado por mais um mês é uma ótima oportunidade para aqueles estudantes que, por algum motivo, não se inscreveram e agora podem fazê-lo. Devido às inscrições ser feitas este ano pelo site, alguns alunos não se atentaram para data de encerramento. Com o prazo prolongado, o estudante tem mais chance de participar”, observa Rose Meire Ramos.


Trabalhos serão produzidos por categoria

O gerente de Projetos da Tribuna, Enoel Júnior, explica que os estudantes devem ler e obedecer às normas instituídas pelo regulamento referente à produção dos trabalhos. Os educadores devem orientar os alunos a produzirem os materiais de acordo com o gênero da categoria solicitada.
Se o estudante for um aluno do 9º ano, por exemplo, ele deve produzir uma redação com o gênero textual de crônicas contando histórias por ele vividas em combate ao mosquito. O aluno não pode fugir do tema e nem realizar um trabalho que não seja de acordo com o que e solicitado em sua categoria.
“O único trabalho que os alunos podem realizar além do solicitado por suas categorias são os vídeos que serão produzidos no ambiente escolar. É inclusive importante integrar os alunos de diferentes turmas para que tenham mais criatividade juntos”, explica Enoel Júnior.
Os estudantes não podem realizar mais de um trabalho. Além do material produzido individualmente, o aluno pode ajudar na produção do vídeo juntamente com os colegas, para a escola concorrer aos prêmios.


Inovações despertam  criatividade dos alunos

Estudantes de várias regiões do estado já estão produzindo trabalhos para concorrer ao Goiás na Ponta do Lápis. A 12ª edição do concurso, além de contribuir para o combate ao mosquito Aedes aegypti em nosso estado, está estimulando a interação entre os alunos. Na Escola Estadual Damiana da Cunha, em Goiânia, o envolvimento dos alunos vai resultar em uma peça de teatro, que será contada em forma de vídeo.
A professora de Português Heliane Paiva diz que as inovações do concurso são fundamentais para o estudante despertar seu ponto de vista sobre as situações rotineiras do dia a dia, além de treinar os alunos para aprenderem a competir por posições de destaque de forma saudável.
Os estudantes do terceiro ano do ensino médio já se organizaram e estão finalizando a peça teatral, que será contada através de vídeo pelos próprios alunos da turma. Uma história de combate ao Aedes terá os amigos de sala com protagonistas.
“Cada aluno tem uma potencialidade. Minha parte no trabalho é motivar e orientar eles na produção textual do roteiro. O restante são eles que estão fazendo. Os personagens foram designados entre eles. Essa é a melhor forma de produzir conhecimento e experiências. Essa edição do concurso está sendo muito importante para os estudantes”, diz a professora.
O estudante Samuel Douglas está cuidando da parte do roteiro da peça. Ele diz que além da participação como produtor do trabalho vai elaborar também a redação.
“Estamos produzindo um vídeo muito bom. Abordamos o tema do concurso de uma forma muito interessante. Estou fazendo o que amo que é trabalhar com produção. E além da minha participação no vídeo vou escrever uma redação conforme solicitado na minha categoria”, diz Samuel Douglas.
Já o estudante Flávio Júnior diz que forma que encontrou para ajudar a produzir o vídeo foi sendo o editor. Ele relata que está gostando da experiência de participar dessa edição porque tem a chance de interagir mais com os colegas.
“Estamos no último ano aqui na escola e trabalhar em equipe é ótimo. Estou aprendendo com tudo isso. E não vou ficar  só na produção do vídeo. Quero escrever minha redação. Vou concorrer aos prêmios individualmente e juntamente com a escola”, diz contente, Flávio Júnior.
A professora diz que os alunos estão terminando de produzir o vídeo para os estudantes fazer suas inscrições no concurso. Heliane Paiva comenta que o tema do certame desse ano é muito importe para os alunos colocar em pratica a teoria do aprendizado. Ela está motiva e confiante que a os alunos e escola onde trabalha receberão prêmios.

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