Maguito diz que se o Estado não é capaz de administrar a Celg, deve privatizá-la

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Foto: Paulo José

Prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB) foi obrigado a vender a quarta etapa a Usina de Cachoeira Dourada quando era governdor de Goiás, em setembro de 1997, por imposição do governo de FHC na época, como moeda de troca para renegociar a dívida de Goiás com a União. Questionado por um repórter sobre se é a favor ou contra a venda da Celg durante a abertura da Jornada da Cidadania, no Centro de Convenções da PUC-GO, na semana passada, Maguito disse não se opor à desastização da Companhia. Além das questões técnicas e financeiras, a venda da Celg ganhou ingrediente político e o PMDB de Goiás quer evitar a privatização agora que o partido tem Michel Temer na Presidência da República. Mas Maguito é ponderado, não vê problema na venda, mas faz uma ressalva. “Eu acho que tudo isso tem que ser analisado com muito critério. A Celg é um patrimônio dos goianos, mas é preciso saber se o Estado tem condições de tocá-la e atender às demandas”, disse. “Se o poder público dá conta, ele dá. Se não dá, tem que passar para a iniciativa privada. Porque, na realidade, tudo é público. Não existe diferença entre dinheiro privado e dinheiro público. Tudo isso é público. Não podemos ter preconceito. Se a iniciativa privada der conta de fazer, de atender às demandas de todo o Estado, ótimo. Se o Estado não der conta, não há nada de mal em passar para a iniciativa privada. O que precisa é as coisas funcionarem no Estado. Isso é que é importante”, acrescentou. Pois é!


“Vamos criar um departamento na Polícia Federal tal como fiz com a Delegacia da Mulher na Secretaria de Segurança Pública de São Paulo”

Presidente interino da República, Michel Temer, ao anunciar a criação de um departamento na Polícia Federal para coordenar o combate a crimes contra a mulher.


Otimismo
O governador Marconi Perillo (PSDB) levou as bancadas da Câmara e do Senado para um encontro com o presidente interino da República, Michel Temer (PMDB), na semana passada. Ele teve um bate-papo a sós com Temer por cerca de 20 minutos e saiu otimista do Palácio do Plnalto. “Os encontros com ministros e com o presidente Michel Temer mostraram que Goiás tem espaço neste novo governo e nossa voz será ouvida”, disse. “Na conversa de 20 minutos a sós com o presidente Temer, reforcei a importância de se rever o Pacto Federativo”, acrescentou.

Dívidas dos estados
Marconi Perillo apoia o novo governo de Michel Temer, mas ele espera agora uma solução rápida para a renegociação das dívidas dos estados com a União. Para ele, a renegociação pode ajudar estados que estão com as finanças mais equilibradas a realizarem investimentos. E os que estão com graves problemas financeiros a cumprirem as obrigações básicas. “Há um interesse de que haja uma decisão rápida. Temos algumas ações judicializadas no Supremo Tribunal Federal e abriu tempo para conciliação entre os estados e a União e neste período de conciliação temos que buscar uma saída que prolongue as nossas dívidas e ao mesmo tempo dê fôlego aos ”, declarou.

Crise financeira
A situação financeira da Celg está bastante crítica mesmo. Até férias de funcionários foram suspensas para a estatal economizar. A continuar assim, ao invés de vendê-la e fazer caixa, o governo de Goiás, dono de 49% da ações, e a Eletrobras, dona dos outros 51%, vão ter que injetar dinheiro na Companhia dentro de pouco tempo.

Para o Senado
Novo presidente regional do PRB, o deputado federal João Campos já trabalha projeto visando 2018. Ele é candidatíssimo a senador nas próximas eleições. No PSDB o deputado não tinha espaço nem apoio da Igreja Universal do Reino de Deus.

Vôo mais alto
Outro que ensaia voar mais alto nas eleiçõs estaduais de 2018 é o deputado federal Alexandre Baldy, que também saiu do PSDB e foi para o PTN, partido que comanda no Estado. Baldy deixou de ser candidato a prefeito de Anápolis este ano para preservar o nome, caso sofresse um revés eleitoral na cidade, para buscar candidatura a governador nas próximas eleições.
Ressuscitou
Em Catalão as coisas só pioram para o prefeito Jardel Sebba (PSDB). Quando venceu as eleições em 2012, todos imginavam que o deputado Adib Elias (PMDB) estava morto e enterrado politicamente no município. Nada como uma administração dasastrosa, ruim mesmo, para ressuscitar o adversário. É o que está aconteceu com Adib Elias. Está vivo e pode derrotar Jardel, seu primo, nestas eleições.

Abandono da base
Os acontecimentos confirmam a informação. Na segunda-feira, dia 23, quando Jardel Sebba anunciou que será candidato à reeleição, o PR, que sempre apoiou o atual prefeito, abandonou a sua base política e aderiu à candidatura do deputado Adib Elias. Já é o quinto partido a buscar o caminho da oposição em Catalão, alinhando-se com o PMDB. Já haviam bandonado Jardel, o PT, o PSB, a Rede e o PC do B.

Desculpas não colam
A maioria dos prefeitos não se saiu bem nas suas gestões e agora está com dificuldade em conseguir a reeleição. Para justificar, alegam que passaram quatro anos arrumando a casa e agora precisam de mais quatro anos para fazer alguma coisa. Mas a desculpa não cola. A exemplo de Catalão, em Quirinópolis o atual prefeito, Odair Resende (PSDB), enfrenta alto índice de desgate e corre sério risco de ter de devolver a prefeitura para o ex-prefeito Gilmar Alves (PMDB).

Pesquisa
O Instituto Paraná será o primeiro a divulgar oficialmente o resultado de uma pesquisa eleitoral este ano em Goiânia. Encomendado pela TV Record, o levamentamento foi registrado no final da tarde de quarta-feira, dia 25, na Justiça Eleitoral. O resultado será divulgado no noticário norturno da emissora, nesta terça-feira, dia 31.

Atraso
Pré-candidato a prefeito de Goiânia, Luiz Bittencourt (PTB) não poupa críticas às gestões do PT e do PMDB na capital. Em entrevista á Rádio 730 AM, Bittencourt disse que Goiânia “perdeu o bonde do desenvolvimento”. Para ele, não houve avançamos em nenhum setor. “O transporte continua caótico, o trânsito piorou, o Plano Diretor foi atropelado e a tal política sustentável não foi colocada em prática”, afirmou.

Iris é candidato
O ex-prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB) ainda não definiu se será ou não candidato este ano, mas a pressão do PMDB, que não tem outro nome para apresentar, é muito forte e o anúncio de seu nome deve ocorrer até o dia 15 de junho. “Iris entendeu a necessidade e deixou o seu nome a disposição do partido. Digo a você que Iris é o nosso pré-candidato”, afirmou o deputado estadual e presidente Metropolitano do PMDB , Bruno Peixoto.


Rápidas

A Sustentabilidade Urbana, tema que foi ponto central da campanha de Paulo Garcia na campanha eleitoral de 2012 , será novamente destaque na campanha petista este ano. Quem garante é a deputada Adriana Accorsi, pré-candidata a prefeita de Goiânia pelo PT.
Estupro coletivo daquela garota no Rio de Janeiro chocou todo o País. As rede sociais foram entupidas de mensagens repudiando a atitude desses 33 covardes. Do presidente da República, passando por governadores, senadores, deputados, todo mundo condenou a atitude.
Pré-candidatos a prefeitos de Goiânia e Aparecida, Vanderlan Cardoso e Marlúcio Pereira, embos do PSB, foram à Medellín, na Colômbia, conhecer as experiências de gestão na cidade que combate efetivamente o crime organizado e revoluciona a mobilidde urbana.
Aliados do governador Marconi Prillo estão preocupados com os rumos da campanha a prefeito de Goiânia do deputado federal Giuseppe Vecci (PSDB). A preocupação geral dos tucanos e aliados é com o fato de a campanha de Vecci não decolar na aprovação popular.

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