A economia de volta aos trilhos

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O Brasil vive um momento que pode ser decisivo para as pretensões de nos tornarmos finalmente uma nação mais estável e pronta para um crescimento sustentável, seguro e permanente. A substituição da presidente Dilma Roussef por Michel Temer, em que pesem as semelhanças entre os políticos que formaram e formam os dois grupos políticos, é uma nova chance pra voltarmos ao caminho correto, sairmos da obscuridade em que a economia brasileira entrou.
Se é verdade que a crise econômica decorre do desequilíbrio fiscal, não propriamente da situação política do país, como declara o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é inegável que a paralisação política impede avanços significativos na área econômica.
O Brasil vive – nas palavras de Meirelles – a crise econômica “mais intensa” de sua história. A situação chegou ao ponto de que não será surpresa se o produto interno bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas, for o menor desde que o PIB começou a ser medido, no início do século XX. É uma crise que gerou 11 milhões de desempregados e, portanto, precisa ser revertida urgemtemente, sob pena de o País cair numa situação de crise social sem precedentes.
O novíssimo governo Temer garante que já mudou o curso da política econômica, que agora já está trilhando o caminho que leva ao crescimento, a mais oportunidade, produtividade, emprego e renda. Afirma que está tomando medidas concretas, buscando um crescimento sustentável para o Brasil nas próximas décadas. O presidente Temer tem ressaltado que o foco da nova gestão é a busca de resultados concretos para o país, como a volta do emprego.
Mas os resultados virão somente com a colaboração de todos e um amplo esforço político, concretizado com a aprovação de importantes medidas econômicas e fiscais, mediante a articulação com as lideranças do Congresso. Um exemplo foi a aprovação, em primeiro turno na Câmara, da prorrogação da Desvinculação da Receitas da União (DRU) até 2023.
Nesse momento é crucial o Congresso aprovar as medidas que estão sendo propostas pela nova equipe econômica para a retomada do crescimento do país.
Simbolicamente, o aceno positivo do Congresso é um eficaz remédio contra o maior problema do país atualmente, a falta de confiança do setor privado. Na prática, a aprovação das medidas propostas pelo governo ao Congresso Nacional permitirá a retomada do crescimento nos próximos trimestres. Somente o crescimento econômico permitirá a retomada da geração de emprego e aquecimento geral da economia.

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