Marconi propõe mais interação entre os estados

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Governador visita Roraima e Amapá com o intuito de conhecer a economia dos estados e compartilhar informações sobre Goiás.

Após uma intensa agenda de visitas e reuniões com políticos e empresários em Roraima, o governador Marconi Perillo foi a Amapá na quinta-feira, dia 9,e se encontrou com o governador Waldez Góes, no Palácio do Setentrião, em Macapá. A visita foi uma iniciativa do governo goiano, com o intuito de conhecer a economia dos estados e compartilhar informações sobre Goiás.
Durante uma conversa informal com o governador amapaense, Marconi relatou as experiências exitosas que obteve em Goiás na diminuição das despesas e aumento da receita. Em sua passagem por Roraima e pelo Amapá, ressaltou o crescimento de Goiás nos últimos anos e propôs uma aliança mais forte com os estados do Norte.
Waldez contou a Marconi sobre a produção de madeira no Amapá que tem potencializado a geração de emprego. Na reunião no Palácio, com a participação de secretários estaduais, o governador goiano enumerou o salto da economia em Goiás com o aumento de produção, de exportação e de atração de multinacionais.
Ele convidou o governador do Amapá para conhecer o resultado das OSs na Saúde em Goiás, para fortalecer o diálogo entre o Estado do Norte e o empresariado goiano e conhecer as potencialidades turísticas. O Amapá era o único estado brasileiro que Marconi ainda não conhecia. Em uma volta pela cidade, confidenciou que ficou encantado com a organização da capital Macapá e com a beleza do Rio Amazonas.

Sebrae e Acia
O Sebrae e a Associação Comercial e Industrial do Amapá (Acia) também se reuniram com o governador. Na conversa, Marconi afirmou seu interesse em estreitar os laços comerciais entre os estados: “Essa visita é para conhecer mais de perto o que vocês podem oferecer ao resto do País e o que podemos complementar aqui com nossa economia. Nós, do Centro-Oeste, estamos de portas abertas para o Amapá”.
Ele falou aos empresários que vai conversar com o Fórum Empresarial goiano para definir áreas onde devem ser feitos investimentos no Amapá. “Aqui tem a geografia e a capacidade para exportação de nossos produtos. É uma oportunidade para expandirmos a relação entre os estados”, observou.

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