Vanderlan critica gestão caótica no trânsito

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Vanderlan Cardoso é pré-candidato a prefeito em Goiânia

O pré-candidato a prefeito de Goiânia pelo PSB, Vanderlan Cardoso, fez duras críticas à atual gestão municipal no trânsito e reforçou a urgência de se implantar verdadeiramente na capital um sistema de engenharia de tráfego e uma política de integração com o transporte coletivo como uma das soluções para o grave problema da mobilidade. O empresário se reuniu na semana passda com diretores e presidentes de sindicatos associados à Federação das Indústrias do estado de Goiás (Fieg), na Casa da Indústria onde debateu inúmeros temas relacionados à Goiânia e recebeu contribuições para seu projeto de governo, entre elas, uma solução para o trânsito.
“O principal é abandonar a politicagem e buscar especialistas para resolver todas as demandas do trânsito”, citou Vanderlan.
Vanderlan criticou a estratégia “desastrosa” da prefeitura de construir ciclovias e faixas exclusivas para os ônibus sem estudo prévio e sem a participação da sociedade. “Vejam os casos das avenidas T-63 e T-7, onde não houve diálogo com a comunidade e o comércio foi gravemente afetado. Nesses dois casos, era possível compatibilizar as necessidades de agilidade do cidadão que trafega de ônibus e de sobrevivência do empresariado invertendo a faixa exclusiva de ônibus para o lado esquerdo da via, para não prejudicar o comercio. Simples assim. Mas optou-se pela solução mais cômoda, excluindo a sociedade do debate, o que não é mais praticado nos dias atuais”, afirmou Vanderlan.
Ainda sobre trânsito, e respondendo ao questionamento do vice-presidente da Fieg, Antônio de Souza Almeida, o pré-candidato denunciou que há em Goiânia, atualmente, uma politização na SMT que prejudica o bom funcionamento do òrgão. Segundo ele, não há um estudo técnico para implantação dos radares, não se investe em educação para o trânsito e o órgão se tornou um depósito de apadrinhados políticos. “Hoje não existe uma propaganda educativa sequer para o trânsito de Goiânia. E os recursos arrecadados com as multas, cerca de R$ 35 milhões por ano, entram no cofre da prefeitura e não não são usadoscomo manda a lei para as melhorias no próprio trânsito”, criticou.
Além de Almeida, participaram da reunião, entre outros, o presidente Pedro Alves de Oliveira; o vice-presidente Gilberto Martins da Costa; o diretor Financeiro Helio Naves; os diretores Paulo Vargas e Wagner José Olímpio Júnior; e os empresários Sarkis Nabi Curi e Edilson Borges.

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