Alunos descobrem alimentação saudável

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Ao pesquisar sobre o tema da redação dessa edição do concurso estudantes descobrem a importância da boa alimentação

Fabiola Rodrigues

Os estudantes participantes do concurso de redação Goiânia na Ponta do Lápis estão adquirindo novos hábitos alimentares. Ao mesmo tempo, estão na expectativa para saber se ganharão algum dos prêmios oferecidos: medalhas, smartphones, notebooks, bicicletas, televisores e bolsas de estudos.
Na Escola Municipal Virginia Gomes Pereira, os alunos já estão aguardando ansiosos o resultado final para saber se vão ganhar algum brinde. A estudante Tainara Mendes, do 7º ano, conta o que aprendeu ao redigir o texto e o que espera do resultado.
“Achei muito bom e fácil escrever sobre educação alimentar. Aprendi o que faz bem ou não para o nosso organismo, também consegui conscientizar que refrigerante faz mal e que suco natural é muito melhor. Valeu a pena cada pesquisa e descoberta que fiz, agora estou de olho na minha classificação”, diz, motivada, a estudante.
O concurso tem vários objetivos e um deles é formar nos alunos opiniões que farão a diferença para a vida estudantil, além da pessoal. Tainara Mendes diz que vai diminuir a quantidade de doces e sorvetes que come, por ter entendido que os benefícios que eles trazem para o corpo são poucos.
“Se as pessoas soubessem o tanto que balinhas, chocolates e guloseimas em excesso não é bom, não comeriam com tanta frequência. Vi que preciso cortar o que é prejudicial pra mim desde a adolescência e quem puder faça o mesmo”, conta.
Naydia Ferreira, professora de Português da escola, diz que trabalhar o tema “Educação Alimentar: em busca de uma vida saudável!” foi estimulante. Ela lembra que os alunos não gostam de discutir certos assuntos e elogia a turma pela facilidade que os alunos tiveram para contextualizar e escrever as redações.
“Eu expliquei o assunto e pedi para que eles pesquisassem. Geralmente quando passo alguma atividade, existe negligência de alguns alunos, mas isso não aconteceu. Fiquei feliz com o retorno que a turma me deu, assim tenho a sensação de dever cumprido”, diz a professora.
Naidy Ferreira parabeniza a Tribuna do Planalto por organizar o concurso anualmente e dar os prêmios, observando que eles colaboram para que os alunos se esforcem mais a estudar para apresentar bons trabalhos.
“Toda pessoa gosta de ganhar algo que seja benéfico para ela e os estudantes não são diferentes. Sou professora e percebo um melhor envolvimento das turmas para participar e escrever. Eles brincam entre si dizendo que vão ganhar, existe um espírito alegre de competição”, diz.
As redações da escola já foram selecionadas e entregues no jornal, mas ainda será surpresa para todos quem serão os vencedores. A previsão da data de divulgação dos primeiros colocados está marcada para oito de novembro. Os professores podem trabalhar com os alunos a produção de textos até dia 30 de setembro; esse é o prazo limite para a entrega do trabalho.


Trabalho em conjunto aumenta chance de premiação

O professor de Português Paulo Victor conta que o diferencial para os alunos estarem entre os primeiros colocados depende de dois fatores: primeiro é a dedicação do educador em levar o conteúdo do tema para a sala de aula e o segundo é o empenho do aluno. Ele – que já conduziu em outras edições estudantes a ganharem prêmios – garante que se houver a prática dessas orientações as chances do estudante vencer são grandes.
“Se o professor for além e levar pesquisas de coletâneas, artigos e textos de bases e o aluno se dedicar, as possibilidades dele vencer aumentam. Já pude vivenciar essa experiência levando aluno meu a ser premiado. E particularmente gosto muito do Goiânia na Ponta do Lápis, é uma boa oportunidade para ensinar mais”, diz Paulo Victor.
O professor ministra aulas na Escola Municipal em Tempo Integral Setor Grajau e diz que este ano não será diferente: deseja que alunos de lá sejam vencedores. Ao tratar o tema que está relacionado com alimentação, ele lembra que os alunos gostaram e se sentiram livres para usar a imaginação.
“Os estudantes empolgaram quando ficaram sabendo que iríamos falar de comida. Saíram bons trabalhos da nossa escola e o melhor de tudo isso é que eles praticaram a escrita e desenvolveram o senso crítico. Estou confiante nos resultados”, diz o professor.

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