Melhores trabalhos começam a ser premiados

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Essa semana 2.305 alunos da região norte do Estado receberão premiações pelos trabalhos produzidos durante participação na 12ª edição do concurso

Fabiola Rodrigues

Chegou a hora de conhecer os vencedores. Começa esta semana a etapa de entrega das premiações regionais do Concurso Goiás na Ponta do Lápis. A competição, que este ano além de redação também tem as categorias de fotografia, desenho e vídeo, mobiliza estudantes dos 246 municípios goianos, chamados a escrever e elaborar trabalhos sobre o mosquito da dengue, já que o tema desta vez é “História reais de combate ao Aedes”. Os resultados dos melhores trabalhos começarão a ser divulgados no dia 17 de outubro, na região norte do Estado, onde 2.305 estudantes selecionados serão premiados.
As primeiras oito cidades que conhecerão os vencedores são Goianésia, São Miguel do Araguaia, Porangatu, Minaçu, Uruaçu, Itapaci, Rubiataba e Ceres. O gerente de Projetos da Tribuna, Enoel Júnior, percorrerá todas as 40 subsecretárias estaduais para realizar as entregas dos prêmios, que são certificados, medalhas, bicicletas, notebooks, tablets, TVs, câmeras digitais, Datashow, smartphones e bolsas de estudos.
A diretora de Núcleo Pedagógico da Subsecretaria Regional de Educação, Cultura e Esporte da cidade de Ceres, Sandra Borges, se diz confiante e com boas expectativas dos resultados para os alunos das escolas estaduais que ela coordena. E lembra que houve muita dedicação de todo o ambiente escolar para a produção dos trabalhos.
“Os alunos e os professores estão bastante entusiasmados e com grandes possibilidades de ganharem premiações pelos materiais que apresentaram. Acredito que podem ser destaques regionais”, expressa, entusiasmada, a diretora.
Sandra Borges relata que a escolha do tema dessa edição foi muito feliz porque ajuda na mobilização de todos para o combate ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue e outras doenças. O envolvimento dos alunos com os trabalhos trouxe bons resultado para toda a comunidade da região.
“Foi de grande relevância a Tribuna do Planalto ter escolhido esse assunto para ser discutido em sala e também fora dela. Inserir a Educação como segmento participativo nas estratégias de combate ao mosquito pode mostrar à sociedade que a mudança de atitude é possível, pois combater este mal é um dos maiores desafios de nosso tempo”, ressalta a diretora.
Os alunos das escolas estaduais de Ceres usaram a tecnologia para a produção dos trabalhos e estão esperançosos com os resultados. Sandra Borges diz que está acompanhando de perto as expectativas dos estudantes sobre a premiação, pois durante meses a dedicação no ambiente escolar foi completa para obter bons resultados.
“Houve o envolvimento de toda comunidade e alunos, ora na pesquisa ora na elaboração dos textos, desenhos, fotos e vídeos na batalha contra o Aedes. O resultado deste esforço foi a utilização dos recursos eletrônicos, estimulando professores e estudantes ao desenvolvimento das aulas e, por extensão, novas estratégias para produzir o material”, conta a diretora.
A participação dos alunos foi positiva e, segundo Sandra Borges, por este motivo eles esperam com tanto entusiasmo os resultados que saem essa semana também para a cidade de Ceres. Ela ainda lembra que os estudantes desenvolveram habilidades e adquiriram aprendizado ao participarem de mais uma edição do concurso.
“Conduzir o aluno a participar do Goiás na Ponta do Lápis representa inseri-lo num contexto de atualidades que sempre o favorece em seu desenvolvimento cognitivo, pois estimula o crescimento intelectual, através de uma competição sadia e favorável à pesquisa, ao conhecimento e à ação”, diz a diretora.
Desde o início do ano os alunos das redes estadual, municipal e particular estiveram engajados a combater o mosquito para produzir os diversos trabalhos destinados ao concurso. A escolha dos materiais mais bem elaborados é feita por uma comissão formada por representantes da Tribuna do Planalto, da Faculdade Sul-Americana (Fasam), Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) e Secretaria Estadual de Saúde (SES).
Para análise dos textos, que é o critério de maior relevância do concurso, estão sendo utilizados os critérios e ortografia, concordância verbal e gramatical, capacidade de organização do pensamento, originalidade, ineditismo e pertinência ao tema, além de gênero textual, conforme categorias.


Conheça as categorias do certame

O concurso Goiás na Ponta do Lápis, realizado pela Tribuna do Planalto em parceria com a Secretaria de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) e Secretaria Estadual de Saúde (SES), premiará alunos desde o 2º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio. Diferentemente dos outros anos, nessa 12ª edição do concurso os estudantes puderam apresentar trabalhos conforme cada categoria. Confira agora quantas e quais são elas, já que as premiações por alunos serão por categorias. Ao total sete categorias foram estabelecidas, classificadas de A até G.
Na categoria A, os estudantes do 2º e 3º anos do ensino fundamental produziram desenhos relacionados às práticas de combate ao Aedes através desenhos. A segunda categoria é a B, englobando alunos do 4º e 5º anos, que tiraram fotografias acompanhadas de um relato. Já na categoria C, entram os estudantes do 6º e 7º anos, que elaboraram redações com o gênero textual poema.
Alunos do 8º e 9º anos, que integram a categoria D, também criaram histórias a partir de textos em forma de crônicas. A categoria E, que foi reservada para os estudantes do ensino médio, deu a chance para eles elaborarem redações cheias de rimas e ritmos musicais por meio do gênero textual paródia.
Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA), que fazem parte da categoria F, têm o gênero textual memórias para a produção dos textos, por meio de contos e relatos pessoais, que já é uma das características do concurso, onde os alunos apresentaram diversas histórias em formato de texto. A categoria G foi uma das grandes novidades do concurso e contempla a produção de vídeos pelos estudantes. Tem a função de envolver os alunos da escola de diferentes turmas para juntos criar práticas de combate ao Aedes. Em todas as categorias haverá premiação.p4-1

 

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