Prefeitura reduz fila de espera de cirurgias

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Pedreiro Gilberto Antônio Marçal, beneficiado com cirurgia após medidas que reduziram filas

Em média, 17 pessoas passam por procedimentos cirúrgicos diariamente na rede municipal de saúde

Três meses após o início da força-tarefa realizada pela Secretaria de Saúde de Anápolis para reduzir a fila de pacientes que aguardam cirurgias eletivas, 1,6 mil pessoas já foram atendidas, segundo levantamento feito pela prefeitura da cidade. Isso significa uma média de 17 cirurgias por dia, sendo que existem atendimentos de demandas aguardavam há três anos. Cirurgias gerais, ortopédicas de joelho, otorrinolaringologia e pediátricas lideram os ranking dos procedimentos. A expectativa é de que, até o fim do ano, a fila de espera seja extinta.
Segundo prefeitura, o atendimento a essas demandas de cirurgia segue um protocolo que começa com o contato, via telefone, entre a Central de Regulação da Secretaria de Saúde e os pacientes. Em seguida eles passam por uma nova avaliação, onde são refeitos os exames pré-operatórios, para se definir os procedimentos adequados a cada caso. Normalmente são agendadas 50 triagens por semana.
Um dos beneficiados, o pedreiro Gilberto Antônio Marçal, de 57 anos, conta que por cerca de oito meses, sentiu fortes cólicas abdominais.
“Eu estava sentindo dores tão fortes que imaginei que não ia sobreviver, mas a cirurgia saiu e agora estou bem melhor”, afirma.
A prova da nova fase é que está dedicando boa parte do tempo ao trabalho.
“Antes, em alguns dias, tinha dificuldades de trabalhar”, relembra.
A perspectiva da Secretaria Municipal de Saúde é de zerar a fila, que já somou 3,1 mil pacientes, até o fim do ano.
“É preciso esclarecer que não é um mutirão, é uma ação contínua. Estão sendo feitos os atendimentos represados e também os novos. É concomitante”, diz a secretária de saúde, Luzia Cordeiro.

Parceiros
Na prática, os hospitais conveniados cedem seus centros cirúrgicos, materiais e estrutura física, e a Prefeitura entra com o corpo clínico. A ação não gera nenhum custo extra para o município, já que os hospitais recebem os valores de acordo com o que já é pactuado com o SUS. Os principais parceiros são a Santa Casa da Misericórdia de Anápolis, o Hospital Evangélico Goiano, além do Hospital Municipal.

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