Senadora Lúcia Vânia atua em defesa de Goiás na Norte-Sul

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Comprometida com os interesses de Goiás na Ferrovia Norte-Sul, a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO) a senadora participou na semana passada de mais uma audiência pública na sede da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), em Brasília. Autora da emenda que garante o direito de passagem em ferrovias, a parlamentar está atuando em defesa do setor produtivo goiano e da economia do estado.
Na audiência, Lúcia Vânia falou sobre a expectativa do povo goiano em ver a Ferrovia Norte-Sul em pleno funcionamento para que o transporte de cargas do estado seja eficaz e a produção goiana se torne mais competitiva.
“Estamos discutindo o assunto com o objetivo de chegarmos a um denominador comum para que a ferrovia seja, de fato, a espinha dorsal do país. Agradeço à ANTT pela transparência e disposição de explicar cada detalhe. Tenho certeza que a agência vai entender a inquietação do setor produtivo do nosso estado para superarmos todos os gargalos”, disse a senadora goiana.
A baixa demanda de grãos apresentada pelo estudo da ANTT, a discussão a respeito da tarifa do direito de passagem, o estrangulamento de um trecho da malha do estado de São Paulo e as regras do direito de passagem são algumas das questões que preocupam o setor produtivo goiano. Um pleito desse grupo é a fixação normativa de 30% da capacidade em toneladas para o direito de passagem.
A audiência colheu sugestões para o edital de subconcessão do trecho entre Porto Nacional (TO) e Estrela d’Oeste (SP). O trecho corta o estado de Goiás que, em 2016, exportou 9 milhões de toneladas de grãos. Para que os trens cheguem a um porto do país, será necessário o uso de trilhos de outras concessionárias, seja para chegar ao porto de Itaqui (MA) ou Santos (SP).  Nesse ponto entra a questão do direito de passagem, uma vez que será necessário passar por trilhos de outras empresas para completar a operação.
A senadora está acompanhando a questão com afinco. Antes da audiência, ela já havia se reunido com o superintendente de infraestrutura de serviços ferroviários de cargas, Alexandre Porto, encarregado dos estudos da ferrovia, e representantes da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, da Federação Agricultura e Pecuária de Goiás, Associação dos Produtores de Soja e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea). A ferrovia vai a leilão em 2018.

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