Hora de premiar os melhores

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Esta semana serão conhecidos os estudantes que ganharão medalhas, certificados e bicicletas por terem produzido bons textos na 18ª edição do concurso

Fabiola Rodrigues

O Concurso de Redação Goiânia na Ponta do Lápis chega à etapa semifinal nesta semana, com a premiação de 125 estudantes das cinco categorias, com medalhas, certificados e bicicletas. A solenidade será realizada dia 23 de novembro, às 9 horas da manhã, no Centro Cultural Goiânia Ouro, em Goiânia. Já a grande final será no dia 30 de novembro, no mesmo horário e local, e 15 alunos finalistas também ganharão prêmios como smartphones, notebook, TVs, bolsas de estudos da Faculdade Sul-Americana (Fasam), além de medalha e certificado.

As correções das redações do concurso foram realizadas por uma equipe de professores da Fasam, que selecionou os melhores textos, levando em conta para critério de escolha dos textos a ortografia, concordância verbal, aspectos gramaticais, capacidade de organização do pensamento, originalidade e pertinência em relação ao tema proposto.

As premiações estão divididas em cinco categorias de A até E. Na categoria A, estão os estudantes do ciclo II do ensino fundamental da rede municipal, do 4º ao 6º ano. Na categoria B, alunos do ciclo III do ensino fundamental da rede municipal, 7º ao 9º ano. Na categoria C, estão os estudantes da Educação de Adolescentes e de Jovens e Adultos (Eaja) da rede municipal. Na categoria D, alunos do 4º ao 9º ano do ensino fundamental da rede particular. E a última categoria é a E, reservada para o ensino médio da rede particular.

Realizado pela Tribuna do Planalto, o concurso este ano trouxe o tema “Como a internet tem interferido na relação entre as pessoas?” e levou estudantes goianienses das redes municipal e particular a dialogarem e refletir a respeito da valorização interpessoal mútua, por meio de debates em sala de aula, leitura e escrita.

Referencial

Os estudantes participam do Goiânia na Ponta do Lápis por acreditarem na idoneidade da competição. A coordenadora de projetos da Unidade Regional Brasil Di Ramos Caiado, Carla Bernardes, conta que alguns concursos causam frustração e baixa autoestima no estudante, por ele não vivenciar até o fim as fases descritas em certos regulamentos.

“O aluno gosta de estar envolvido e saber os resultados. A Tribuna do Planalto nos ajuda muito fazendo com que possam viver todas as etapas de perto. Desde a divulgação dos professores até a premiação. Os prêmios são o reconhecimento do esforço que tiveram durante meses. Isso inspira”, diz a coordenadora.

Carla Bernardes lembra ainda que, quando o estudante participa das finais, a vontade que ele tem de se envolver nas próximas edições aumenta.

“Acompanho o concurso há quatro anos. O professor e o aluno sentem prazer em estar participando deste modelo de ensino-aprendizado diferente, sabendo que alcançam resultados reais quanto ao conhecimento”, relata a coordenadora.

E para não perder a expectativa, Carla Bernardes deixa claro que acredita que muitos estudantes da coordenadoria dela serão premiados.

“Sabemos que quando o estudante se envolve, ele é o maior beneficiado. Sempre incentivamos ao máximo a maior participação possível de cada um. Espero que nosso aluno nos represente, porque trabalhamos com os professores para que dessem todo suporte e apoio. Chegou a hora”, diz.

“O segredo do sucesso é a dedicação”

professora Doraney Oliveira -Assim como o estudante de cada categoria que fica em primeiro lugar na final é premiado com notebook, o professor ganha também. A professora se tornou, então, ao longo dos anos uma das mais premiadas, porque geralmente todo ano tem aluno dela entre os melhores. As conquistas vêm de muita dedicação em sala de aula.

“Quando um estudante meu vai produzir um texto, ele se sente capaz, porque tento envolvê-lo ao máximo nas atividades. Só aprende a fazer, refazendo e isso é bom para desenvolvimento do aprendizado”, diz Doraney Oliveira.

A professora revela que o segredo do sucesso de sempre conduzir os estudantes a chegarem às finais é a dedicação. Ao ela preparar a turma para participar do concurso, ela não hesita em dedicar-se a aluno, por aluno e corrigir várias vezes cada redação.

“Incentivar o ser humano que ele é capaz e motivá-lo é fundamental. Quando o professor confia que o estudante pode vencer, ele chega ao bom resultado. Gosto muito de trabalhar também a parte emocional”, conta.

Ministrar aulas que melhoram a produção de texto do estudante é uma das principais funções da professora. Os estudantes não se deparam com enormes dificuldades por ser uma didática de ensino dela.

“Os alunos não escrevem somente para o concurso. Escrever faz parte da rotina de estudos deles. Dentro dessa proposta, eu os instigo a fazerem o melhor sempre”, comenta a professora.

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