Implantação do Sistema de Segurança Eletrônica na Prefeitura é discutida em audiência pública

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Foto divulgação

A proposta trazida pelo conteúdo da lei nº 9239, que estabelece o uso obrigatório de sistema de segurança em órgãos da Prefeitura de Goiânia, começa a ter ações concretas ainda neste mês. Trata-se da realização de uma audiência pública que pretende reunir fornecedores interessados em aprimorar o procedimento licitatório para aquisição da tecnologia de monitoramento. Evento ocorrerá no dia 1º de março, às 14h30, no Paço Municipal.

Durante a audiência, serão repassadas informações sobre qual a expectativa da prefeitura na aquisição do fornecimento, instalação e configuração de todos os equipamentos e softwares necessários para implantação do sistema, que deve ser feito por meio de câmeras e alarmes de movimento. Além de prestar esclarecimentos, evento também oportunizará o acolhimento de críticas e sugestões desses fornecedores.

O conteúdo final será a base para elaboração do termo de referência produzido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Ciência e Tecnologia (Sedetec). A pasta foi acionada pela Secretaria Municipal de Administração para dar o subsídio técnico na composição do Edital de Licitação, processo que é de responsabilidade da Semad.

Esse termo de referência pode contemplar qualquer órgão do Executivo Municipal, basta que a pasta se manifeste pela adesão ao sistema. Os únicos locais que compulsoriamente precisam estar figurados no projeto são os pertencentes às secretarias de Saúde e Educação. Lei exige que o monitoramento por câmeras ocorra em áreas internas e externas das Escolas, Cmeis e unidades da rede municipal de Saúde.

Segundo o titular da Sedetec, Ricardo De Val, intuito da Prefeitura é garantir a segurança dos prédios públicos, bem como prevenir atos de violência e outros que ponham em risco a integridade física de profissionais e usuários, além da patrimonial. “Para isso, há previsão para contratar aproximadamente cinco mil câmeras, disponibilizadas exclusivamente para esse trabalho de monitoramento”, destaca o secretário.

Funcionamento

Cada órgão que fez adesão ao sistema terá seu conjunto de equipamentos, composto por câmeras e alarmes. Haverá uma sala de monitoramento no local, que receberá apoio constante do Centro de Gestão Integrada Municipal (CGI), localizada no Paço. O alarme ficará ligado 24 horas e, se acionado, a checagem é feita de forma imediata e repassada à Guarda Civil Metropolitana (GCM), que é parceira do projeto. Como as unidades monitoradas e as equipes móveis da guarda estarão divididas por região, qualquer evento suspeito movimentará para o local os profissionais responsáveis pela área.

Pelo sistema, será possível acessar a localização de cada equipe via GPS e ainda contato pelo rádio para repasse de informações. Por meio da ferramenta, pode ser acompanhado todo o trajeto do guarda civil, ver quanto tempo ele demora para chegar e observar como o trabalho está sendo realizado.

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