Momento de Baldy não é agora, afirmam deputados

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Foto: Divulgação

Deputados atuais e ex-deputados estaduais e federais aliados do governo estadual ouvidos pela coluna, foram unânimes em afirmar que apesar de ter tido seu nome ventilado como um possível Plano B na disputa ao governo estadual pela base, o momento do ministro Alexandre Baldy (sem partido) ainda não é o da disputa ao Palácio das Esmeraldas. Os parlamentares acreditam que o deputado ainda é novo e, apesar de já ter tido boas experiências administrativas (foi secretário de Desenvolvimento Econômico de Goiás e é, atualmente, ministro das Cidades do governo de Michel Temer), e de ser um bom articulador, ainda lhe falta experiência política, que é o que lhe colocaria atrás do vice-governador José Eliton (PSDB), hoje. Os deputados consultados (alguns com mais de quatro mandatos legislativos) afirmaram ainda que Baldy e o deputado Daniel Vilela devem polarizar o quadro político estadual na próxima década. “São os mais novos e os de maior potencial”, afirma um ex-presidente da Assembleia.

Governadoriável

Apesar de ter sido apontado como o pré-candidato do Psol ao governo do Estado neste ano, o policial rodoviário federal Fernando Rosa ainda terá que disputar as prévias do partido com o ex-candidato Wesley Garcia.

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Indecisa

A deputada estadual Isaura Lemos, que ainda não definiu se caminhará com a base aliada ou com a oposição nas eleições deste ano, tem permanecido na ala esquerda da bancada da Assembleia, voltada para partidos da oposição.

Força

Um dos motivos de Isaura Lemos estar dividida entre base e oposição, segundo aliados próximos à deputada, é que prefeitos ligados a ela afirmam que José Eliton está bem avaliado no interior do Estado.

Pode?

Lançada na segunda-feira, 5, a Faculdade da Polícia Militar funcionará no prédio do Colégio Militar Polivalente Modelo Vasco dos Reis, no Setor Bueno, em Goiânia. Detalhe: trata-se de uma instituição privada, administrada pela Fundação Tiradentes… Pois é.

Faltou

Quem não compareceu ao evento de lançamento da faculdade foi o vice-governador José Eliton (PSDB), que atendia, no mesmo horário, o vereador Jorge Kajuru (PRP). Ambos fecharam acordo para construção do Hospital do Diabético.

“Habemus candidato”
Fernando Henrique Cardoso, confirmando o nome de Geraldo Alckmin como o dos tucanos para a presidência

1 Confusão

O radialista José Luiz Datena fez confusão ao anunciar seu desligamento do PRP e a desistência de se candidatar ao Senado Federal nas eleições deste ano. Ele afirmou que a partir de agora irá apoiar a candidatura de Jorge Kajuru em Goiânia a deputado…

2 Senado

Ele disse que somente havia se filiado para apoiar a candidatura de seu filho, Vicente Datena, a deputado estadual, em Goiás. Acontece que o próprio Kajuru já afirmou que será candidato a senador e não a deputado federal. Sequer cogitou a estadual.

3 Almoço

Datena havia se filiado ao PRP na presença do presidente do partido em Goiás, Jorcelino Braga, no ano passado, em encontro realizado em um restaurante São Paulo (SP). Jorge Kajuru e Vicente Datena estiveram presentes.

Trunfo de Daniel

Daniel Vilela tem mantido uma carta na manga para a disputa interna entre ele e Ronaldo Caiado pelo posto de candidato da oposição: a força da máquina do governo federal, que atuará para fortalecer o MDB nos estados nestas eleições. Ele vem atuando em busca de apoio para seu nome na disputa em Goiás e, para tal, teria sido indicado para assumir a CCJ da Câmara.

Filiação

O ex-vice-governador Ademir Menezes e seu filho, Max Menezes, vão se filiar ao MDB. Max será candidato a deputado estadual. Ambos, hoje, são filiados ao PSD.

Talvez

Já o vice-prefeito de Aparecida, Veter Martins (SDD), está analisando a filiação ao partido de Daniel Vilela para se candidatar a deputado federal.

Disputa

A base aliada do governo estadual deverá encontrar muitos problemas para a formação de um ou dois chapões na disputa por cadeiras na Assembleia Legislativa.

Meta

É que o PSDB terá pelo menos 15 fortes nomes na disputa, o que fará com que tucanos precisem, ao menos, dobrar seus votos em relação a 2014. Isso tem assustado alguns nomes.

Apoio

Com isso, o partido precisaria de siglas satélites para ampliar o número de votos e conseguir eleger grande parte pelo quociente eleitoral.

Diluição

Isso faz com que partidos como o PSD, o PP, o PTB e o PR tendam a ficar de fora da aliança. Com isso, há também expectativa de muitas chapas puras. Ou dois chapões.

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