Marconi: “Jamais governei sentindo que governar era um peso nos meus ombros”

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Foto: Fernando Leite

Em entrevista as emissoras de rádio e de jornais, o governador Marconi Perillo fez um balanço positivo das ações de governo e assinalou que deixa o cargo, em cumprimento à legislação eleitoral, “com a cabeça erguida” pelos “resultados expressivos” em todas as áreas. Segundo ele, num país judicializado, de tantas insatisfações e intolerância, conseguiu estabelecer uma relação “muito forte” com as instituições e entidades da sociedade civil organizada.

“Os resultados são expressivos na educação, saúde, economia, infraestrutura, saneamento básico, cultura, habitação”, afirmou, destacando também o relacionamento institucional sólido com o governo federal e as administrações municipais. Ao ser perguntado como está se sentindo ao deixar o governo, assinalou que na verdade se afasta por uma determinação legal, mas que o governo continua, uma vez que ele e o vice-governador José Eliton, que assume o cargo de governador dia 7 de abril, foram eleitos com a tarefa de conduzir o Estado. “Jamais governei sentindo que governar era um peso nos meus ombros”, disse Marconi.

Na coletiva, citou de pronto cada um dos avanços conquistados nos quatro mandatos de governador: aumento de 12 para 81 o número de Estações de Tratamento de Esgoto (ETA), avanços significativos no sistema de coleta de esgoto e tratamento de água, construção de milhares de moradias, reconstrução de 13 mil quilômetros de rodovias estaduais, estruturação da Rede Vapt Vupt, com 81 unidades, construção de 100 Escolas Padrão Século XXI, 300 escolas de tempo integral, 52 colégios militares e reforma de 1.152 escolas da rede estadual de ensino, sem contar a implantação de uma rede de hospitais públicos de “altíssima qualidade”.

Marconi garantiu aos jornalistas que dará atenção especial à uma tese que sempre defendeu: a constitucionalização de recursos para a Segurança Pública. Lembrou que de 2011 a 2017, enquanto o governo estadual investiu R$ 16 bilhões em Segurança Pública,  a União investiu apenas R$ 150 milhões em Goiás.

Sobre as conquistas dos últimos anos, Marconi enfatizou que Goiás teve um “salto qualitativo” sem precedentes em sua história e hoje é um dos estados mais competitivos do País. Ao ser perguntado sobre uma de suas frustrações, disse que a principal foi de não ter conseguido implantar o VLT em Goiânia, embora a área tivesse registrado avanços como a extensão do Eixo Anhanguera, o Passe Livre Estudantil, entre outros. Outros avanços significativos, listou Marconi: “Criação da UEG, Bolsa Universitária, construção do Centro Cultural Oscar Niemeyer e do Estádio Olímpico”, dentre outros.

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