Atenção! Vamos evitar a gripe H1N1

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Escolas e Cmeis são orientados a adotar medidas de higiene para prevenção e combate à epidemia

Lívia Máximo

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No Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Viver a Infância, localizado no setor Leste Vila Nova, em Goiânia, as crianças já sabem tudo que é preciso fazer para evitar a gripe H1N1.

“São muitas crianças no mesmo lugar, então sempre há riscos de contágio. Quando estão com febre, apresentando algum sintoma, orientamos que os pais não tragam para o Cmei. E aqui, procuramos sempre deixá-los com as mãozinhas limpas, falamos sempre sobre a importância de cada um ter seu copo ou garrafinhas”, ressalta a diretora Maria Cristina Pires da Silva.

Segundo a enfermeira e apoio técnico pedagógico da Gerência de Projetos da SME, Marislei Brasileiro, houve uma maior preocupação da gestão pública diante do aumento de casos registrados no Brasil, em Goiás e Goiânia. “O nosso papel é educativo, para reforçar as medidas preventivas para proteger tanto as crianças quanto os educadores. Nossa intenção é orientar e conscientizar”, pontua.

Ainda de acordo com Marislei, a orientação é para que as unidades educacionais, abordem diariamente, o assunto com os alunos.

“Orientar quanto ao uso do lenço descartável, evitar espirrar sem colocar o braço na frente, lavar bem as mãos. Também é papel da instituição orientar os pais para que procurem atendimento médico caso a criança seja identificada com algum sintoma de febre, coriza, e assim, buscar um diagnóstico para tratamento correto”, completa.

Para o secretário de Educação e Esporte, Marcelo Costa, é importante que as crianças percebam esse mundo invisível de microrganismos.

“Claro que existem os que são bons, úteis, mas também existem os que são nocivos e para esses temos a questão da higiene pessoal. Estamos bastante concentrados no ensino da lavagem das mãos de forma correta, no risco de comer e ber fora de casa. Nosso foco é na teoria e na prática, por meio de troca de experiências, relatos e, na escola, no Cmei, as crianças fazem de fato tudo que são orientadas, por exemplo, quanto ao uso de bebedouros, assepsia das mãos”, afirma o secretário.

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