José Eliton destaca números da economia goiana

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Foto: Mantovani Fernandes

Nesta terça-feira, 15, em reunião da Diretoria Plena da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), o governador José Eliton destacou números relativos ao parque industrial goiano e da economia do Estado, bem como dos programas de incentivo à produção. Informou que o setor industrial agrega mais de 103 mil empresas ativas e unidades industriais em todas as regiões do Estado, e representa mais de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) que, por sua vez, passou de R$ 17,4 bilhões, em 1998, para quase R$ 200 bilhões previstos para este ano.

Já a Balança comercial do Estado subiu de 384 milhões de dólares para quase 8 bilhões de dólares em 19 anos. Nessas duas últimas décadas, o Estado aumentou sua competitividade, multiplicando por dez vezes o Produto Interno Bruto (PIB) e em 20 vezes suas exportações.

Goiás sedia o segundo maior polo de produção farmacêutica de medicamentos genéricos do país e se tornou polo nacional da indústria automotiva. Na produção mineral, ocupa a terceira posição nacional, com sete polos minerais distribuídos pelo Estado.

O governador ressaltou que, nos últimos seis meses, os novos investimentos anunciados pelo setor privado somam R$ 1 bilhão e meio, com geração de 43 mil empregos diretos e 10 mil indiretos. Somente no mês de março, o governo estadual assinou 20 protocolos de intenções com empresários que vão desenvolver suas atividades no Estado, com investimentos de R$ 698,5 milhões e previsão de geração de 1.736 empregos diretos

Afirmou que os investimentos vultosos são resultado da política de incentivos fiscais criada pelo ex-governador Marconi Perillo e também do rigoroso cumprimento de medidas de austeridade, que garantiram a Goiás situação fiscal equilibrada.

Ressaltou, também, as missões empreendidas por Marconi e por ele, que culminaram na atração de grandes empresas para o Estado. Pontuou que a perspectiva é de que a economia goiana esteja ainda mais diversificada e promissora nos próximos 20 anos, com maior interligação de indústria, agronegócio e serviços, graças aos investimentos em infraestrutura e logística, apoio ao segmento exportador e à inovação tecnológica.

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