Com apoio de Caiado, comissão aprova MP que regula reajuste de agentes comunitários de saúde

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Foto: Divulgação

O senador Ronaldo Caiado apoiou a aprovação da MP 827/2017 que traz regras para o reajuste dos salários dos agentes comunitários de saúde e de combate a endemias. O texto passou pela comissão mista e agora segue para apreciação dos plenários da Câmara dos Deputados e depois do Senado.

Ronaldo Caiado, que sempre esteve ao lado da categoria, afirmou que foi conquista importante para esses profissionais já que há seis anos medida semelhante aprovada pelo Congresso foi vetada pela ex-presidente Dilma Rousseff. O líder do Democratas no Senado ainda informou que vai buscar a inclusão de uma emenda para seja definido já este ano o piso de R$ 1600, como ele e o colega de partido, deputado Mandetta (MS), pleitearam na comissão.

“O que nós conseguimos hoje dentro da regulamentação da profissão foi incluir um reajuste que vai chegar a R$ 1550 para o ano de 2021. Com isso, nós teremos uma progressão gradual neste período. Não foi o ideal, mas foi o possível que nós conseguimos agora. Mas nós vamos continuar a luta. Tem um destaque nosso no plenário para a gente buscar já o valor de R$ 1.600 no salário para este ano. É uma luta de longa data que sempre fiz questão de acompanhar e apoiar esses profissionais que atuam na prevenção em saúde. Luta iniciada pela goiana Ruth Brilhante (já falecida), que toda semana lotava os corredores da Câmara com seus colegas para alcançar melhores condições de trabalho”, disse ao recordar a atuação de Ruth Brilhante que foi presidente da Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conascs).

O senador lembrou que o salário dos agentes está congelado há mais de seis anos por causa do veto da ex-presidente ao projeto que tratava do tema aprovado pela Câmara e Senado Federal. “Esse projeto foi aprovado há seis anos, momento em que todos nós tivemos a preocupação de colocar que o reajuste do valor de R$ 1014 seria acompanhando o reajuste do salário mínimo. No entanto, foi vetado pela presidente Dilma e ficou congelado por todos esses anos. Se nós não tivéssemos tido o veto da presidente, hoje o salário seria de R$ 1.600 – exatamente aquilo que foi apresentado como uma emenda do deputado Mandetta”, explicou.

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