Preservar o cerrado, as bacias do Rio Meia Ponte e do Ribeirão João Leite

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Foto: Internet

Weslei Garcia

Em Goiás o bioma é o cerrado, um dos mais diversificados do mundo. O cerrado não cabe no modelo de desenvolvimento atual, onde predominam o agronegócio e a industrialização descontrolada, que devastam, captam água irregularmente e poluem nossos rios com esgoto não tratado, além de destruírem as nascentes.

Uma boa gestão dos recursos hídricos começa com uma economia sustentável, que incentive os produtores a preservarem as nascentes. O Estado precisa ser um fiscalizador da legislação ambiental. Parcerias com as universidades, empresas públicas e ambientais, entidades sem fins lucrativos serão ações para marcar uma nova era na área ambiental.

Quanto às bacias do Rio Meia Ponte e do Ribeirão João Leite, é preciso investir na proteção e recuperação das nascentes, no saneamento básico, no tratamento de esgotos, em educação ambiental junto à população e na fiscalização das indústrias. O Rio Meia Ponte deve ser tratado como um patrimônio Goiano. No Ribeirão João Leite, o Estado precisa ser rigoroso na fiscalização, pois existem áreas que já estão sendo demarcadas para especulação imobiliária – é preciso repensar este tipo de investimento, garantindo a preservação das matas ciliares e a compensação ambiental.

Outro objetivo é o fortalecimento da SANEAGO, com valorização dos profissionais de carreira, garantindo o investimento em água tratada e saneamento básico para todos e tratamento de 100% do esgoto.

 

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