Kátia Maria quer trabalhar com o Zoneamento Econômico e Ecológico em Goiás

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A pré-candidata ao Governo de Goiás, Kátia Maria, falou nesta segunda-feira em vídeo, na sua página no facebook, sobre sua preocupação com os recursos hídricos em Goiás nesse período de estiagem. “Nós estamos em Goiás, no berço das águas e estamos passando por um momento delicado. Tivemos racionamento de água no ano passado e teremos racionamento esse ano também, o problema não está resolvido”, afirmou Kátia Maria.

A professora universitária apresenta um olhar mais atencioso do que os políticos tradicionais com o meio ambiente. Kátia Maria é mestre em estudos socioambientais pela Universidade Federal de Goiás e consultora em planejamento. Tem qualificação para falar do problema, assim como para apresentar soluções.

“Precisamos pensar na manutenção da água, precisamos ter cuidado com a nossa ação no dia-a-dia se quisermos manter esse bem tão precioso e indispensável para a vida humana, que é a água”, frisou a pré-candidata no vídeo.

Para solucionar o problema de abastecimento em algumas cidades de Goiás e nos centros urbanos, é necessário visão estratégica e planejada. Os governos tem responsabilidade com essa situação.  Kátia Maria propõe a implementação de um Zoneamento Econômico e Ecológico de Goiás, um mapa técnico das diferentes regiões do Estado, que vai apresentar o potencial econômico e agrícola de cada área e, especialmente, a necessidade de preservação de determinadas regiões.

“O Zoneamento Econômico e Ecológico vai servir de instrumento para o ordenamento territorial e para dar potencial para nossa economia, desenvolvendo cada região de acordo com sua potencialidade, mas de maneira sustentável. O desenvolvimento econômico é importante, mas ele tem que ser responsável. Uma pessoa não pode, pelo meu interesse econômico, colocar em risco um patrimônio que é de todos nós”, contou Kátia Maria.

Realidade

A Saneago, empresa pública responsável pelo seneamento básico em Goiás, presta serviço para mais de 90% dos municípios do Estado, mas durante o período de seca não tem conseguido abastecer todas as regiões. Em outubro do ano passado, a crise hídrica se agravou e deixou mais de 200 bairros da grande Goiânia sem água, inclusive o centro da capital.

Aparecida de Goiânia, por exemplo, é a segunda maior cidade de Goiás e também o município que tem o menor índice de saneamento básico instalado em funcionamento. O governo de Goiás não apresenta propostas concretas para solucionar o problema e ainda propôs a venda de 25% das ações da empresa para atrair investimentos. Enquanto isso, tem dificuldades para implantar projetos de saneamentos viabilizados pelo governo federal.

“Não é vendendo ações da Saneago que vamos resolver o problema. Nós vamos resolver com uma ação integrada, onde a questão da água seja interligada com a educação, a saúde, boa

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