32 anos. Por enquanto

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Novo. Renovação. Mudança. Palavras de ordem deste ano na eleição em Goiás. Expressões da resistência atemporal que representa a política. Sentidos que se encaixam com perfeição na Tribuna do Planalto.

Há 32 anos, em um 7 de julho, o jornal nasceu com a marca do pioneirismo, de algo que se diferenciava na proposta e na essência. O Jornal da Segunda chegou às bancas como produto e proposta que se diferenciava dos diários, indo além.

Com os anos, trocou a máquina de escrever pelos primeiro computadores antes de praticamente todos os outros veículos do Estado. E se concentrou em formar equipes fortes, acima de tudo.

Quando cresceu e precisou se reposicionar, trocou a segunda-feira pelo domingo como dia de circulação, criou os concursos de redação Goiás e Goiânia na Ponta do Lápis, lançou o caderno Escola, investiu na publicação sistemática de pesquisas, e mudou de nome.

Hoje, a Tribuna do Planalto mantém-se como veículo à parte. Quando todos buscam eliminar a circulação em papel, o jornal continua a ter sua edição impressa no final de semana, ao mesmo tempo que cresce seu conteúdo na internet.

A Tribuna sobrevive e mira horizontes promissores no instante em que muitos jornais se perdem no meio do caminho. Imprime sua história na história da renovação, da novidade e da mudança de formato, de formatação editorial, de foco. Na história da resistência e da perseverança.

Jornalismo é o que ainda nos liga na linha do tempo. Bom jornalismo. Feito por bons jornalistas que aqui estiveram, que aqui estão, que aqui escrevem sua jornada profissional, humana. Feito com motivação, inspiração, transpiração, honestidade. Sempre.

Aos 32 anos, estamos pensando nos próximos 32 anos. Temos muito tempo pela frente, é preciso dizer. Temos uma história publicada e muitas outras por apurar. E viver. Aguarde a próxima manchete. Semana que vem tem mais. Esta é a melhor notícia que temos para hoje – e sempre.

A Tribuna é História. Boa leitura!

Vassil Oliveira, editor

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