José Eliton ressalta pujança da Balança Comercial, com as exportações goianas batendo recorde

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Foto: Humberto Silva

Governador diz que este é o caminho que Goiás tem trilhado desde 1999 e que vem sendo ampliado a cada dia, gerando mais riqueza e empregos para os goianos

 Balança comercial de Goiás continua com superávit. No semestre, saldo acumulado já atinge US$ 2,053 bilhões, valor superior ao mesmo período de 2017

A diversificação da economia goiana reflete nas exportações e Goiás, diferente de outros estados que amargam a pior crise dos últimos anos, está conseguindo manter o volume de exportações, de investimentos, de criação de empregos e ainda de atração de novas empresas. As exportações goianas do primeiro semestre deste ano bateram recorde e somaram US$ 3,813 bilhões, um crescimento de 12,8% na comparação com o igual período do ano passado.  O governador José Eliton continuou implementando esse trabalho com uma política de industrialização, incentivos fiscais, e aproximação com as embaixadas, recebendo embaixadores, para garantir mais aproximação, intercâmbio e melhoria no relacionamento. Ele disse que este é o caminho que Goiás tem trilhado desde 1999 e que vem sendo ampliado a cada dia, gerando mais riqueza e empregos para os goianos

“Isso demonstra a pujança da economia goiana que não se deixou abater com a crise econômico-financeira que abalou o Brasil nos últimos anos”, avalia o secretário Estadual de Desenvolvimento, Leandro Ribeiro.

De janeiro a junho deste ano, as exportações goianas tiveram um aumento de 12,80%, mais que o dobro da variação de 5,58% alcançado pelas exportações da balança brasileira. Os dados são da Superintendência Executiva de Comércio Exterior da SED, copilados das estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

As importações neste semestre também aumentaram 8,96% em relação a janeiro e junho de 2017, totalizando US$ 1,759 bilhão. O saldo de janeiro a junho é superavitário em US$ 2 bilhões e 53 milhões. Esse valor é superior ao alcançado no mesmo período em 2017, que foi de US$ 1,765 bilhão.

O superintendente Executivo de Comércio Exterior da SED, William O´Dwyer, lembra também que Goiás tem atraído a visita de diversas embaixadas e representantes comerciais, para conhecer de perto os produtos e processos de industrialização em Goiás. “Neste semestre visitaram Goiás empresários e representantes comerciais das embaixadas da União Europeia, Argentina, Indonésia, Câmara de Comércio Mercosul-Asean, Azerbaijão e Irã”.

No início deste mês, José Eliton recebeu, no Palácio das Esmeraldas, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, com quem discutiu a política de ampliação das exportações goianas
Foto: Wagnas Cabral

Junho – No saldo (diferença entre exportação e importação) acumulado da balança comercial, no mês de junho, Goiás teve o 54º mês de superávit, totalizando US$ 432,4 milhões. Para o mês, este foi o maior saldo nos últimos dez anos.

O aumento das exportações de produtos goianos em 19,47%, no mês de junho, elevou a participação de Goiás para 3,53% no bolo das exportações brasileiras que somaram US$ 20,205 bilhões. Isto graças aos investimentos dos empresários na melhoria da qualidade dos produtos, conquistas de novos mercados e da iniciativa deles de participarem de feiras e missões comerciais internacionais.

Em junho, Goiás exportou 334 diferentes produtos para 102 países. Os principais produtos exportados foram: complexo de soja, carnes, sulfeto de cobre, ferroligas, ouro, açúcar, entre outros.

O complexo de soja ocupou mais uma vez o primeiro lugar no ranking com valores de US$ 446 milhões, representando 62,49% do total exportado pelo Estado em junho.

Uma demonstração do aquecimento da economia mundial é o aumento das exportações de minério. O sulfeto de cobre teve um aumento de 123,56% nos valores exportados em junho, se comparado ao mesmo mês no ano passado. Ferroligas teve uma variação de 46,76%.

Os produtos goianos tiveram em junho como principais destinos a China, Países Baixos, Coreia do Sul, Bulgária, França, Espanha, Índia, Irã, Itália e Estados Unidos.

Importações – Em junho, as importações totalizaram US$ 281,54 milhões, representando uma queda de 2,04% se comparada com 2017. Foram importados 1.273 produtos diferentes de 66 países.

Os produtos farmacêuticos continuam liderando o ranking dos importados, alcançando US$ 109,2 milhões, com uma participação de 38,81% do valor total das importações. Seguido por adubos (fertilizantes) e produtos químicos orgânicos, entre outros.

Os produtos importados vieram principalmente da Alemanha, representando 18,25% do total, Estados Unidos, China, Suíça, Japão, Canadá, Belarus, Índia, Rússia e Itália.

 

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