Lançado em abril, Jovem Cidadão PCD transforma histórias de vida em Goiás

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Wilson Nary com o governador José Eliton, durante recente encontro do Jovem Cidadão Foto: Divulgação

Programa da Renapsi é um dos destaques do Balanço de 100 dias do Governo de Goiás

O dia a dia do jovem Wilson Nery agora é mais produtivo e recompensador. Cego desde os 15 anos, ele teve, esse ano, a grande oportunidade de se sentir mais ativo, aprender uma profissão e ingressar no mercado de trabalho. “Faz bem para a autoestima da gente e nos valoriza como ser humano”, relata.

Wilson agora é um dos 500 jovens atendidos pelo programa Jovem Cidadão PCD, executado pela Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi), em parceria com o governo do Estado de Goiás, desde abril desse ano. “É emocionante essa nova realidade de vida, ser aprendiz e ter um trabalho”, diz.

Nesta terça, 17, o Programa, que é integrante do “Goiás na Frente Terceiro Setor Social”, foi um dos destaques na prestação de contas de 100 dias do governador José Eliton à frente do Palácio das Esmeraldas. A iniciativa atende Pessoas Com Deficiência (PCDs), com idade mínima de 14 anos, que sejam originários de famílias com renda de até quatro salários mínimos.

Na inscrição, o jovem deve apresentar laudo médico que indique a deficiência. Os participantes atuam em órgãos públicos nos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) na capital e interior, com carga horária de 20 horas semanais.

Parceria de sucesso

A Renapsi também é idealizadora e executora, desde 2001, do Programa Jovem Cidadão, que já alcançou nesses 17 anos mais de 30 mil jovens. Criado no primeiro governo de Marconi Perillo, o Jovem Cidadão proporciona ao jovem das camadas mais vulneráveis da sociedade a possibilidade de ter uma aprendizagem laboral ao mesmo tempo em que mantém os estudos escolares.

Podem participar adolescentes com idade entre 14 e 18 anos que estejam matriculados na escola (ou tenham concluído o ensino médio) e tenham renda familiar até 2 salários mínimos.

Também podem participar adolescentes sujeitos à medida socioeducativa ou de proteção legal. O sucesso do programa já foi reconhecido Unesco/Fundação Banco do Brasil.

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