Saúde com selo de qualidade em Goiás

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Foto: Wildes Barbosa

O Terceiro Turno faz parte de uma gama de ações que o governo José Eliton desenvolve para assegurar agilidade e qualidade na saúde

A dona de casa Raimunda Gomes de Souza, 35, não consegue conter a satisfação pela melhora significativa em sua saúde e qualidade de vida. Há pouco mais de um mês, ela submeteu-se a uma cirurgia no Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) para a retirada das amígdalas. O procedimento, feito no Terceiro Turno da Saúde, pôs fim a um drama vivenciado por ela desde a adolescência e a uma espera de oito meses pela cirurgia. Raimunda sintetiza o bem-estar proporcionado pelo Terceiro Turno, iniciativa do governo José Eliton, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), para reduzir o tempo de espera dos pacientes na realização de consultas, exames e cirurgias.

O Terceiro Turno faz parte de uma gama de ações que o governo José Eliton desenvolve para assegurar agilidade e qualidade na saúde. Um dos resultados é que seis hospitais da rede estadual já contam com o selo de qualidade conferido pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), uma espécie de ISO. Três hospitais foram certificados nos últimos três meses. O governo José Eliton também controlou os casos de H1N1 no Estado com decisões como a antecipação da Campanha de Vacinação e inaugurou serviços e unidades fundamentais para a ampliação do serviço público de saúde no Estado. Até o fim do ano, novas conquistas serão acrescidas ao portfólio do Estado.

O Terceiro Turno teve início em 23 de abril deste ano. Desde então, foram realizados 15.233 procedimentos, na capital e no interior. “Estou muito feliz”, diz Raimunda, sobre o resultado da cirurgia de retirada da amígdala e o atendimento do Crer. “Fui muito bem assistida. Só tenho elogios ao Terceiro Turno da Saúde, que está tirando muita gente da fila de espera, e aos profissionais do Crer, que me atenderam com presteza e eficiência.”

Ainda sobre o Terceiro Turno, o sentimento demonstrado pela cabeleireira Wanderly Silva Carmo, 47, é de gratidão. Ela estava havia mais de um ano há espera da cirurgia de histerectomia – remoção de parte ou de todo o útero. A cabeleireira conta que já havia perdido as esperanças de ser chamada. Há cerca de dois meses, ela recebeu telefonema do Hospital Estadual de Urgências de Trindade (HUTRIN), comunicando a liberação da cirurgia. Wanderly passou pelo procedimento cirúrgico no dia 25 de maio e não esconde a satisfação. “Estou muito feliz”, comemora.

Mais de 15 mil procedimentos médicos no Terceiro Turno – Dos 15.233 procedimentos realizados no Terceiro Turno da Saúde, 751 são cirurgias, 8.057 exames e 6.425 são consultas . Nove hospitais participam da iniciativa, com turnos extras de segunda-feira a sexta-feira, das 18h às 23h, e aos sábados, no horário estabelecido pela direção de cada unidade. O Terceiro Turno da Saúde visa realizar mais de 98 mil procedimentos até o fim do ano, num investimento de R$ 100 milhões.

De acordo com o governador José Eliton, o Terceiro Turno só é possível graças ao atual formato dos hospitais, que foram totalmente reestruturados. Contam com padrão de excelência conferido por certificações nacionais e equipamentos de última geração, insumos e profissionais altamente capacitados. O Terceiro Turno integra 18 especialidades médicas, 10 especialidades cirúrgicas e 13 tipos de exames de imagem.

Além do CRER e do HUTRIN, os hospitais que atendem no Terceiro Turno são: Hospital Estadual Geral de Goiânia Dr. Alberto Rassi (HGG), Hospital Estadual de Urgências de Aparecida de Goiânia Dr. Cairo Lousada (Huapa), Hospital Estadual Materno Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI), Hospital Estadual de Dermatologia Sanitária Santa Marta (HDS), Hospital Estadual de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (Huana), Hospital Estadual de Doenças Tropicais Dr. Anuar Auad (HDT) e Hospital Estadual Ernestina Lopes Jaime (HEELJ), em Pirenópolis.

Certificação de excelência hospitalar – Goiás assumiu posição de destaque na Saúde nacional ao ter, em sua rede hospitalar, dois hospitais contemplados com o certificado ONA 3, conferido pela Organização Nacional de Acreditação Hospitalar. No País, apenas 12 hospitais (públicos e privados) têm esse selo, que atesta a qualidade dos serviços, a humanização e complexidade do atendimento, a modernização dos equipamentos e aparelhos colocados à disposição dos pacientes. Para especialistas, isso representa segurança e qualidade total do atendimento. “Os hospitais acreditados de Goiás são 100% SUS, gratuitos, atendendo o cidadão com dignidade”, acrescenta o governador José Eliton.

O CRER se tornou, em 2016, o primeiro hospital de reabilitação do País e único hospital público do Centro-Oeste com o ONA 3. Agora, a unidade se prepara para novo desafio: a acreditação canadense QMentum, que orienta e monitora os padrões de desempenho em qualidade e segurança. A segunda unidade goiana a conquistar o ONA 3 foi o HGG, 12ª unidade a alcançar posição de destaque entre os melhores do País. Outros quatro hospitais da rede estadual também foram certificados com o selo ONA. No nível 1 estão o Hospital de Urgências de Goiânia Waldemiro da Cruz (Hugo), o HDT, HEEJ, e Hutrin.

A qualidade certificada pela ONA é confirmada também pelos pacientes. A dona de casa Maria Sílvia Sena, 57, faz questão de acentuar, além do bom atendimento, a humanização e o envolvimento da equipe do HUTRIN. Ela já se internou na unidade por três vezes. Em todas, assinala, foi assistida “com muito carinho”. Maria Sílvia também destaca a limpeza da unidade, a organização do refeitório e a atenção dos servidores.

O comerciante Valdivino Vaz da Silva, 59, por sua vez, diz que “só tem a agradecer”. “O HUTRIN é o melhor hospital que eu fui atendido. É de primeira linha, não deve nada a nenhum outro particular”, afirma, ao elogiar, principalmente, a limpeza, a “comidinha gostosa” e o atendimento humanizado. Tudo isso, acredita, contribuíram para que ele ficasse curado, pronto para voltar a trabalhar.

Gripe H1N1 – Uma sensação de alívio passou a compor os dias da empregada doméstica Cleuza Rezende dos Santos, 60. “Estava com muito medo de contrair a doença”, pontua, ao explicar que mora com familiares – entre eles uma neta de 3 anos – e que trabalha como cuidadora de uma senhora de 85 anos. Em abril, Cleuza tomou a dose da vacina contra o vírus H1N1. “Fiz questão de me proteger contra esta grave doença e, acima de tudo, de garantir a saúde das pessoas com quem convivo”, assinala.

Cleuza foi uma das milhares de pessoas beneficiadas pelas ações do Governo José Eliton desde a constatação do surto de Influenza A H1N1, na Vila São José Bento Cottolengo, em Trindade, para controlar a enfermidade. Entre elas estão o manejo e controle da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Influenza A H1N1 e Vírus Sincicial Respiratório, na Vila São Cotolengo e em todo o Estado. Os resultados foram extremamente positivos.

O governador José Eliton destaca como de extrema relevância também sua solicitação ao Ministério da Saúde da antecipação da Campanha de Vacinação contra a Influenza no Estado. A campanha teve início em 13 de abril, dez dias antes da ação em nível nacional. Com bastante empenho, Goiás superou a meta de vacinação definida pelo Ministério da Saúde e ficou em primeiro lugar na cobertura entre os Estados brasileiros, com 106,7% da meta prevista.

Governo amplia rede hospitalar no interior – Outra estratégia do governo José Eliton na Saúde foi centrar esforços para concluir e colocar em funcionamento as seis Unidades de Saúde Especializadas (USE), em Formosa, Goianésia, Posse, Quirinópolis, São Luís de Montes Belos e cidade de Goiás. Já foram entregues as obras de Quirinópolis e Goianésia. Está em fase de conclusão a USE da cidade de Goiás. “A USE de Goiás vai fortalecer a saúde na nossa cidade e região e colocar Goiás como polo de assistência à saúde”, diz a prefeita da cidade de Goiás, Selma de Oliveira B. Pires.

A USE trará benefícios para cerca de 2,5 milhões pessoas da Região de Saúde Centro–Oeste, que reúne 50 cidades goianas. A Unidade será um centro de diagnóstico de média e alta complexidade e orientação terapêutica, que reunirá 21 especialidades médicas para atendimento aos pacientes encaminhados pela rede básica de saúde. Além disso, haverá atendimento de enfermagem, serviço social, psicologia, fisioterapia, terapia ocupacional, nutrição e fonoaudiologia.

Diabetes e Rede de Frio – Em junho, outra boa notícia para a saúde goiana, com a inauguração do Centro Estadual de Atenção ao Diabetes (CEAD), para portadores de diabetes. Vinculada ao HGG, a unidade está instalada na Avenida Anhanguera, Setor Aeroporto, em Goiânia. Conta com atendimento multidisciplinar, que inclui psicologia, fisioterapia, neurologia, enfermagem, serviço social, médicos e nutricionistas. Esse acompanhamento integral permitirá que complicações decorrentes do diabetes não se agravem. O Cead realiza cerca de 2 mil atendimentos por mês.

A mais recente conquista do governo José Eliton foi a nova Central Estadual de Rede de Frio, inaugurada também em junho, no Complexo de Almoxarifado da SES. A unidade teve a capacidade de armazenamento ampliado de 800 mil doses/mês para 1,5 milhão. Sua nova câmara frigorífica dobrou a capacidade armazenável de 76 metros cúbicos para 150 metros cúbicos, o que corresponde a R$ 9 milhões armazenados em imunobiológicos por mês.

 

 

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