Em Anápolis, Kátia Maria defende o potencial da cidade e alerta por investimentos em serviços públicos

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Foto: Divulgação

Em agenda na cidade, a pré-candidata ao governo de Goiás pelo PT exaltou a importância econômica de Anápolis, mas ponderou a necessidade de investimentos em serviços públicos de qualidade

Durante agenda em Anápolis, na última quinta-feira, 19, a professora Kátia Maria apresentou suas principais propostas para a região. Destacando o potencial da cidade, ela pontuou a importância de garantir o desenvolvimento econômico regional, fortalecendo e incentivando o setor produtivo para gerar emprego e renda em tempos de crise. Apesar disso, Kátia chamou atenção para a necessidade de transformar esse potencial em serviços públicos diretos para a população.

“Anápolis tem o privilégio de estar entre as 10 cidades que compõem 60% do PIB de Goiás. Crescer do ponto de vista do PIB é importante para o estado porque movimenta a economia estadual, mas é preciso reverter isso em serviços diretos para a população. Nós precisamos pensar como criar políticas que distribuam renda para o povo anapolino e para o povo goiano”, apontou a pré-candidata. “Precisamos ter uma política que descentralize, crescer somente em número não é vantagem. Não adianta somente ser o terceiro maior município em população e ter bom desempenho econômico. Precisamos ter o melhor serviço de saúde, educação e segurança pública”, alerta Kátia.

Anápolis é a principal cidade industrial do Centro-Oeste brasileiro. Com forte presença da indústria farmacêutica, de empresas de logística e atacadistas de secos e molhados, sua economia é forte e bem representada através de 31 agências bancárias. De acordo  com a Secretaria de Planejamento (Seplan), o município é o primeiro em Goiás no ranking de competitividade e desenvolvimento, além de integrar o eixo Goiânia-Anápolis-Brasília.

Para Kátia, esse desenvolvimento econômico precisa ser equilibrado e acompanhado pelo desenvolvimento social. Ela também alerta sobre a urgência pela descentralização das políticas públicas em todo o estado. “Temos 10 cidades que estão se desenvolvendo bem, mas e as outras 236? É isso que o Partido dos Trabalhadores está propondo: descentralizar os serviços e oportunidades, para fazer com que essas outras regiões que ainda não tiveram a oportunidade que Anápolis teve, possam também se desenvolver. Isso não nos impede de aproveitar o potencial anapolino, que tem capacidade de se desenvolver muito mais”, completa a pré-candidata.

Presidência

A presidência da república também foi assunto durante sua agenda. Kátia lembrou a posição de Lula nas pesquisas de intenção de voto para o Palácio do Planalto, nas quais o ex-presidente aparece disparado em primeiro lugar. Para ela, os números são um reflexo de que a população tem a preferência por Lula e que enxerga nele a liderança capaz de retirar o Brasil da crise e colocá-lo de volta na rota do desenvolvimento. A pré-candidata afirma ainda que pretende lançar em Goiás um projeto para discutir propostas, de maneira participativa, e trazer para o cenário estadual o que o ex-presidente implementou a nível federal em seus governos.

“Lula conseguiu distribuir renda, além de conjugar desenvolvimento econômico e social. Em Goiás, nós queremos fazer um tripé entre desenvolvimento econômico, social e sustentabilidade ambiental. Vamos colocar como nosso carro chefe a distribuição de renda, dando condições para que as pessoas  consigam se emancipar do ponto de vista financeiro e social. O cidadão goiano terá mais consciência do seu papel na sociedade e irá nos ajudar a cuidar do meio ambiente. Quando uma pessoa tem autonomia e condições de vida melhor, ela tem condições de avançar nas suas formas de conscientização”, explica a professora.

Articulação

Ainda na cidade, Kátia participou de reunião com lideranças locais, discutindo estratégias para ampliar os trabalhos da pré-campanha na região. Ela esteve acompanhada pelo pré-candidato a deputado federal, Rubens Otoni,  pela vereadora de Anápolis, professora Geli Sanches, e pelo presidente do PT municipal, professor Marcos Carvalho. A ideia é construir uma rede estadual onde a articulação e participação popular direta nas atividades e iniciativas da campanha que se aproxima, sejam prioridades.

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