José Eliton destaca liderança goiana na geração de empregos formais e a mudança no perfil do emprego

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Foto: Humberto Silva

Indústria e comércio atacadista têm se destacado na oferta de vagas. Mercado exige maior qualificação do trabalhador

O governador José Eliton voltou a ressaltar hoje, antes de embarcar para a cidade de Goiás, a trajetória positiva da economia goiana, confirmada agora com os números positivos da geração de empregos formais no Estado. Mantendo-se nos primeiros lugares entre os estados que mais geram empregos no País desde o ano passado, Goiás assiste agora a uma mudança no perfil do emprego formal. O Estado, que está em quarto lugar na geração de empregos segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, tem na indústria e no comércio atacadista as maiores ofertas de vagas de trabalho. É o que mostram os dados divulgados esta semana.

Segundo o governador, a imprensa, local e nacional, destaca que Goiás tem revertido com segurança o cenário da crise econômica, ao ofertar, no mês de junho, 2.173 postos de trabalho, enquanto o Brasil teve saldo negativo de 661 vagas de emprego formal.  Goiás ficou em quarto lugar, atrás apenas de Minas Gerais (12.143), Mato Grosso (2.412) e Maranhão (2.807). Além de se manter em uma das primeiras posições no ranking, o Estado diversificou o campo de geração de emprego, antes mais centralizado no setor agropecuário. O mercado goiano também tem exigido maior qualificação do trabalhador.

Goiás teve saldo positivo de empregos em todos os meses do primeiro semestre de 2018. José Eliton repercute o dado de que nos seis primeiros, foram criados 31.725 postos formais. No ranking do semestre, Goiás foi a quinta unidade da federação que mais abriu vagas de trabalho, atrás apenas de São Paulo (141.247), Minas Gerais (91.506), Santa Catarina (33.500) e Paraná (32.030).

Em junho, o setor de serviços foi o que rendeu o maior saldo de admissões, com 1.510 novas vagas. A indústria de transformação ficou em segundo lugar, com 811vagas, seguida pela construção civil, com 573. No primeiro semestre, os setores que mais geraram emprego foram a agropecuária (10.035), serviços (9.001) e indústria de transformação (8.744).

Em janeiro, Goiás teve o melhor janeiro dos últimos cinco anos na geração de empregos formais. De acordo com o Caged, o saldo positivo de vagas com carteira assinada foi de 5.732 postos – um resultado 20% melhor que o de janeiro de 2107. Em todo o Brasil, foram criadas 77.822 novas vagas, primeiro resultado positivo desde 2012.

Em 2017, Goiás foi o segundo estado brasileiro que mais gerou empregos. O Estado criou 25.370 novas vagas de trabalho com carteira assinada. O crescimento do mercado formal de empregos este ano, em Goiás, foi puxado pelo setor de serviços, que apresentou o maior saldo positivo com a oferta de 10.828 novas vagas de trabalho. A indústria da transformação também está na liderança da engrenagem da máquina geradora de empregos, seguida pela agropecuária.

 

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