GoiâniaPrev e INSS firmam cooperação técnica para coibir fraudes em aposentadorias e pensões

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Foto: Divulgação
O Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Goiânia (GoiâniaPrev) firmou termo inédito de cooperação técnica com a Secretaria Nacional de Previdência e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para o cruzamento de base de dados e auditorias nos benefícios previdenciários concedidos com o propósito de detectar possíveis fraudes e ilegalidades. O presidente do GoiâniaPrev, Silvio Fernandes, diz que esta parceria integra as medidas de modernização da previdência social do município e vai ser fundamental para a reorganização dos dados dos segurados.
A cooperação técnica se inicia neste mês de janeiro e vai avaliar 9.363 benefícios (aposentadorias e pensões) que estão concedidos pelo RPSS. O trabalho vai se materializar no cruzamento eletrônico de dados para a constatação de ilícitos e irregularidades como o acúmulo ilegal de cargos e ou empregos públicos e de benefícios entre os regimes de previdência, ocorrência de óbitos não comunicados aos órgãos e também descumprimento das legislações atinentes.
Silvio Fernandes explica que, como o sistema de dados de Goiânia ainda possui falhas e inconsistências, a modernização dos sistemas e a checagem das informações atuais são fundamentais para garantir a segurança previdenciária. “Esse trabalho inédito vai ampliar a transparência e organização dos dados em Goiânia. Além da cooperação técnica, vamos realizar neste semestre o primeiro Censo de Recadastramento dos Servidores Públicos. Essas medidas vão garantir mais segurança para os servidores e para a gestão pública”.
Ele afirma que, muitas vezes, a falta de controle dos dados tem gerado gastos e indébitos previdenciários desnecessários. “Com uma ferramenta melhor de controle vamos conseguir uma melhor apuração dessas informações e controle dos recebimentos, o que vai permitir clareza na aplicação dos recursos previdenciários”.
O presidente do GoiâniaPrev diz ainda que haverá também o intercâmbio de informações e experiências relevantes e o desenvolvimento de um conjunto de práticas que aprimorem o mapeamento e os processos de controles existentes. O prazo de validade da cooperação técnica é de cinco anos.

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