Secretário de Gestão e Planejamento reafirma compromisso do governo em reestruturar o Estado

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Foto: Divulgação

O secretário de Gestão e Planejamento de Goiás, Pedro Henrique Sales, falou ao Bom dia Goiás nesta terça-feira, 15, sobre a reforma administrativa do Estado e o que tem sido feito para pagar os servidores e colocar as contas do Estado em ordem. Segundo ele, todos os compromissos assumidos pelo governador Ronaldo Caiado durante a campanha eleitoral e ao assumir o governo serão honrados ao longo da gestão.

“As dívidas vão sendo pagas à medida em que você vai tendo recurso e vai honrando o compromisso com os credores dentro das datas aprazadas. O nosso problema de fluxo de caixa hoje está muito relacionado com a folha. As outras dívidas estão sendo honradas na medida do possível. Não há grandes atrasos. Não há inclusive atrasos maiores do que os que haviam na gestão passada”.

Para o responsável pela Segplan, é preciso muita compreensão de todos para o momento difícil enfrentado pelo Estado de Goiás. “O que a gente quer é tranquilizar os servidores. Ninguém vai ficar sem receber. Muito se divulga que vão deixar de receber auxílio-alimentação e outros benefícios e estão aproveitando deste momento de fragilidade em que a gente precisa corrigir um problema, para espalhar inverdades”.

Em relação à reforma administrativa e o corte de gastos, Pedro Sales disse que o foco continua sendo a administração direta. “Mesmo sem as nomeações ou decisão sobre o futuro das agência neste momento, não há nenhum prejuízo administrativo, porque boa parte dessas agências conta com funcionários efetivos que continuam praticando muitos de seus atos, sobretudo aqueles considerados essenciais”.

Corte de gastos
“Nós fizemos um decreto de exoneração ao assumirmos o Estado. Foram mais de 5.500 servidores exonerados. Essas equipes estão sendo recompostas, estão sendo reconstruídas à luz das diretrizes de cada secretário, que está, segundo seus critérios, montando suas novas equipes”, ponderou Pedro Henrique Sales sobre a exoneração e nomeação de novos servidores.

O secretário ainda acrescentou que o corte não se restringe aos cargos. “Nós estamos trabalhando com um corte linear de aproximadamente 20% que, além dos cargos comissionados, queremos fazer um corte de estrutura para que o governador, ao concluir esta reforma, apresente para a sociedade goiana uma máquina administrativa que custe pelo menos 20% menos que custava anteriormente, como um gesto, uma sinalização de que nós estamos dispostos a cortar na carne também”.​

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