Érika Ribeiro leva Música de Mulher Preta ao Lowbrow

0
945
Foto: Kirah van der Lemon

O Lowbrow Lab Arte e Boteco recebe a cantora, multi-instrumentista e compositora goiana Érika Ribeiro e banda, neste sábado (22). O público poderá conferir um show regado a grooves e melodias de figuras novas na cena musical como Ellen Oléria, Luedji Luna, Mahmundi, Josyara, Tulipa Ruiz, Tássia Reis, Nina Oliveira, e também as clássicas de Sandra de Sá, Martinália e Elza Soares. A cantora inclui músicas de sua autoria e da compositora goianiense Thayná Janaína em seu repertório.

O concerto intitulado MMP – Música de Mulher Preta, surgiu de um verdadeiro incômodo pessoal da cantora de nunca ouvir as músicas feitas por mulheres pretas. Com uma seleção primorosa e de qualidade, Érika apresentará um show repleto de potência, onde resgata as canções que fizeram sucesso no Brasil na voz de cantoras, além da produção das novas compositoras, negras do país.

Natural de Iporá (GO), Érika Ribeiro iniciou sua carreira musical no ano de 2012, em Barra do Garças (MT), com o Trio Flor de Lis, onde atuou como vocalista e instrumentista. Paralelamente, foi desenvolvendo seu lado compositora e arranjadora e, em 2014, decidiu seguir carreira solo. No mesmo ano, lançou seu primeiro EP, intitulado “Explícita”, com músicas autorais e uma interpretação do compositor Uirá Paiva, que também foi produtor do disco.

Já se apresentou em cidades como Goiânia, Formosa, Pirenópolis, Cuiabá, Aragarças, Brasília, Rondonópolis e Rio de Janeiro, entre outras. Atualmente, também atua como percussionista do Trio Coco Cerrado, grupo de mulheres que leva o forró, xote e baião para a cena cultural do Mato Grosso, e do Zabumba de Chita, coletivo musical de mulheres que faz uma mistura de forró, xote, baião e samba de coco, na cidade de Pirenópolis.

Exposição
Além do show, o Lowbrow conta com mostra O pintor e o fotógrafo. Trata-se do conjunto de 104 obras inéditas de Omar Souto em exposição simultânea com o Museu de Arte de Goiânia (MAG). O acervo é fruto da troca dos serviços do fotógrafo Waldemy Teixeira pelas obras do artista, resultando em uma coleção de autorretratos que dialogam sobre a personalidade de Omar. Contemplada pela Lei Goyazes (Lei Estadual de Incentivo à Cultura), a mostra tem produção de Malu Cunha e curadoria de Enock Sacramento.

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here