Goiás ocupa 2º lugar no ranking nacional de incidência de Dengue

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O Ministério da Saúde (MS) lançou a campanha nacional de combate ao Aedes Aegypti “Combata o Mosquito”, na manhã da quinta-feira (12). Segundo dados do ranking nacional de incidência de dengue, o Estado de Goiás ocupa o segundo lugar do levantamento. São mais de 1,5 mil novos casos registrados, 9.4% a mais que em 2018 (1.056). O estado goiano ficou atrás apenas de Minas Gerais, que teve 2,2 mil novos casos.

De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO), Goiás tem conseguido reduzir a quantidade de óbitos provocados pela doença. De 1º de janeiro a 6 de setembro, foram 52 mortes confirmadas por dengue, redução de 28%. A pasta da saúde investiga, ainda, outros 72 óbitos suspeitos.

Os municípios com maior índice de incidência, em 2019, foram Rio Quente, Adelândia, Inaciolândia e Santo Antônio da Barra. Ano passado as cidades que ficaram no topo deste ranking foram Palestina de Goiás, Novo Brasil, Bom Jardim de Goiás e Doverlândia.

A SES informou que “desenvolve ações contantes para combater proliferação do Aedes aegypti e prevenir casos de dengue” e que no site existem orientações para os moradores evitarem a proliferação do mosquito. E apresentou o boletim com números atualizados, referentes às últimas semanas. Segundo o levantamento, em quatro semanas houve redução de 568 casos notificados. Em sete dias, os registros baixaram de 404 para 111.

Combata o Mosquito

Segundo o Ministério da Saúde, alguns fatores contribuem para o aumento de novos casos não apenas de dengue, mas também de chikungunya e zika. Dentre eles estão as condições climáticas favoráveis (alto volume de chuvas associado às altas temperaturas), grande número de pessoas suscetíveis aos vírus e mudança do sorotipo predominante.

O ministério vai reforçar as ações de combate ao mosquito, mas salienta que os gestores locais têm como responsabilidade “coordenar as visitas dos agentes de endemia para eliminação dos criadouros do mosquito”. O Governo Federal tem o papel de oferecer apoio técnico aos estados e municípios, além de ofertar insumos para combate dos focos da dengue.

Entretanto, a população também deve contribuir. Basta separar, pelo menos, 10 minutos do dia para verificar há objetos que possam contribuir para acúmulo de água dentro das residências.

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