Prorrogação de contrato no Hugo foi causada por impasse em demissões

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A prorrogação do contrato de gestão da Organização Social (OS) que administra temporariamente o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) foi motivada por um impasse na negociação entre a entidade vencedora do chamamento público e o governo do estado. A informação, repassada ao Mais Goiás com exclusividade, é de uma fonte que acompanha todo o processo de transição.

De acordo com as informações recebidas, o Instituto Nacional de Amparo a Pesquisa e Tecnologia Inovação na Gestão Pública (INTS), OS vencedora do certame, pretende reduzir pela metade o quadro de funcionários celetistas do Hugo.

Além das demissões, a entidade quer que a Secretaria de Estado da Saúde (SES) arque com as despesas das rescisões dos contratos de trabalho. A proposta não foi aceita pela pasta. Além da redução de celetistas, O INTS também pretende remover os servidores estatutários da unidade.

O impasse nas negociações entre Governo e OS fez com que se extrapolasse o prazo estabelecido para a assinatura do contrato de gestão. Por isso, houve a prorrogação do contrato temporário com o Instituto Haver por 60 dias. A confirmação do adiamento foi feita no dia 30 de setembro.

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